Análise: Por que mudar (ou não) o firmware de um aparelho?
Em um cenário no qual pessoas de diferentes países podem acompanhar lançamentos e novidades que surgem para dispositivos móveis, diferenças regionais de disponibilidade de recursos para um aparelho são fonte de desagrado. Variações regionais com relação ao acesso a um aplicativo, correção de um bug e atualização de um sistema operacional são alguns dos problemas que ocorrem. Uma opção viável para mudar essa situação é a mudança do firmware do aparelho para o do modelo mais beneficiado, geralmente de uma versão internacional.
Dos problemas citados, a espera por atualizações do sistema é uma das maiores fontes de frustrações de donos de dispositivos móveis. Apesar de não ser um fenômeno recente, atualmente há bastante repercussão associada à atualização de aparelhos Android; e não é à toa. Além de o sistema operacional da Google ser o mais vendido atualmente, há todo um processo burocrático envolvido na atualização, que passa pela liberação do código pela Google, atualização de drivers, personalização para atender características de legislação e cultura de cada país e, por fim, pelas operadoras. Nesse processo, aparelhos de uma região podem não ser contemplados com a atualização, enquanto o mesmo modelo pode receber em outro país — apesar de algumas vezes o apelo popular poder mudar essa situação.
Mesmo sem ter todo esse processo burocrático do Android, outros sistemas operacionais passam por situações relacionadas, como aparelhos de uma região receberem atualização antes ou depois de outra, um recurso estar disponível em alguns países e em outros não. O problema acontece até com dispositivos sem tanta dinâmica de atualizações, como e-Readers.
A mudança de firmware pode ser feita em smartphones, tablets, e-Readers e outros dispositivos e gera benefícios que vão além da pura e simples atualização do aparelho. Neste post serão vistos alguns dos conceitos envolvidos no processo de mudança de firmware e os motivos para fazê-lo ou não. Como aparelhos com Android geralmente são o maior alvo desse processo, há maiores detalhes sobre eles, porém, as informações são válidas para outros sistemas operacionais. Serão considerados apenas aspectos envolvidos no uso de firmware oficial, deixando para um outro momento o tema de firmware modificado.
Review: Sony Ericsson Live with Walkman
O Sony Ericsson Live with Walkman é um smartphone pouco conhecido, mas deveria fazer parte de toda lista de candidatos com boa relação custo-benefício. Enquanto aparelhos de baixo e médio custo trazem especificações sufocantes, com processador operando abaixo de 1 GHz, câmera traseira com baixa qualidade e sem câmera frontal (como Galaxy Ace, Defy e Optimus One), o Live muda o jogo sem perder o preço competitivo, sendo encontrado por menos de R$600,00. Mesmo diante de aparelhos topo de linha, o Sony Live traz recursos diferenciados, como ótima qualidade de áudio, leitor de cartão de memória e botão de disparo para a câmera. Neste review será visto até que ponto as especificações oferecem boa experiência e o que foi sacrificado para oferecer seu baixo custo.
Review: Nokia N9
O Nokia N9 foi anunciado no dia 21 de Junho de 2011, pondo fim a quase dois anos de espera pelo pelo sucessor do N900. Nesse tempo aconteceram grandes mudanças. Foi anunciado o MeeGo, sistema operacional do aparelho, como resultado da união de esforços da Nokia e da Intel que uniram Maemo e Moblin. Posteriormente, foi divulgada a morte do MeeGo, pela união deste com o Limo, dando origem ao Tizen. Por fim, houve a revelação da parceria entre Nokia e Microsoft, que traria o Windows Phone para os aparelhos da finlandesa.
No meio de trocas de nomes, parcerias feitas e desfeitas e anúncios, o N9 ganhou uma versão própria do MeeGo, o Harmattan, que incorporou mais características do Maemo 6 do que do próprio MeeGo. No lugar de um aparelho interessante, mas pouco adequado para usuário final, como o N900, o smartphone da Nokia ganhou uma interface diferenciada dos concorrentes, com foco na simplicidade, dentro de um corpo com novo design amplamente elogiado e já trazendo serviços e aplicativos populares. Apesar de todas as grandes características, a morte prematura do sistema operacional lança sobre o aparelho uma grande sombra de preocupações. Não há certezas quanto ao tempo de vida do aparelho, levando em consideração o recebimento de atualizações para correção de problemas e adição de novos recursos, além da atratividade para receber novos aplicativos.
Neste review serão exploradas as características do aparelho, analisando os recursos do hardware e do sistema operacional, além de fazer uma comparação com o que é oferecido diante de outros aparelhos do mercado. Ao final, são evidenciados os pontos fortes e fracos do aparelho e as considerações finais.
Tutorial: Como compartilhar a conexão entre smartphone e tablet Android por Bluetooth
Quando se quer compartilhar a conexão de um smartphone com Android a primeira opção que costuma ser considerada é o modo Wi-Fi Hotspot. Em um cenário de uso de compartilhamento de conexão de um smartphone com um tablet, a escolha do uso de Wi-Fi Hotspot também seria mais natural. Contudo, há efeitos colaterais que ocorrem com essa opção:
- Se o uso de 3G em um smartphone já consome muita bateria, combiná-lo com o uso de Wi-Fi levará à descarga da bateria do aparelho em poucas horas;
- A segurança do compartilhamento de conexão por Wi-Fi depende do usuário. Como o Android, na versão pura do Gingerbread, apenas oferece as opções de compartilhamento de rede aberto ou com WPA-2, o usuário pode acabar usando o modo aberto ou uma senha fácil de ser descoberta. Com isso, outras pessoas poderão utilizar a rede do smartphone consumindo mais dados e diminuindo a velocidade de acesso para o tablet;
A segurança da rede é um problema que pode ser resolvido com um pouco mais de atenção por parte do usuário. O problema da bateria, contudo, pode não ser facilmente resolvido se o usuário não tiver uma fonte de energia por perto, seja ela uma tomada ou uma bateria auxiliar. Uma alternativa para se compartilhar a conexão entre smartphone e tablet Android foi criada recentemente: o PdaNet Tablet.
Review: Samsung Galaxy S
O Samsung Galaxy S é um smartphone que roda o sistema operacional Android e possui características impressionantes que refletiram na marca de 10 milhões de unidades vendidas. Os recursos e a aceitação do aparelho no mercado foram expressivos ao ponto de o Google lançar um smartphone com características próximas, mas com algumas diferenças, com o nome de Nexus S. Outro indicativo do sucesso é o lançamento de uma variante sem função de celular, para servir de multimídia player, como forma de disputar o mercado com o iPod Touch da Apple.
O aparelho foi lançado no mercado nacional em agosto de 2010 e já é vendido por lojas e operadoras. A versão brasileira tem o diferencial de ter TV Digital, o que o torna ainda mais completo com relação à experiência multimídia.
HTC Sense ou Por que inovação faz a diferença
A HTC é pioneira no uso de diversas tecnologias quando o assunto é smartphones. Inovação está no sangue da empresa. Alguns poucos (e realmente são poucos) exemplos de pioneiros da marca são o Touch, o Diamond e o Dream. E os taiwaneses continuam buscando inovação nessa área. Ouvindo e observando como as pessoas usam tecnologia móvel, tentam (e efetivamente conseguem) melhorar de forma muito significativa a experiência do usuário (tradução horrível e até agora não substituível de user experience) no uso de aparelhos desse calibre.








