Tutorial: Como mudar a versão do Android no Motorola Xoom
Quem tem o Motorola Xoom, seja ele comprado no Brasil ou não, tem como vantagem a opção de escolher a versão do sistema operacional do aparelho. As opções são o Android puro, diretamente fornecido pela Google, ou a versão dele modificada, fornecida pela Motorola na versão nacional ou para outros países. As implicações dessa escolha são muitas e têm pontos positivos e negativos em cada caso.
O objetivo deste post é orientar a mudança de sistema no Xoom. Serão cobertos alguns dos motivos para se fazer a mudança, as implicações que elas podem ter, os requisitos do processo e a aplicação das mudanças em si.
O post deve atender bem a quem possui a versão do Xoom apenas com Wi-Fi. Uma fonte recomendada para quem deseja fazer o processo para o modelo 3G é o tutorial do Otubo.net, o qual forneceu os subsídios iniciais para a elaboração deste post.
Review: Motorola Xoom
O Motorola Xoom ganhou destaque por ser o primeiro aparelho com versão adaptada do Android para tablets, o Honeycomb. Se por um lado isso deveria ser um grande trunfo, por outro direcionou para o aparelho todas as reclamações por causa de uma versão nova de sistema, recursos a serem adaptados e falta de aplicativos corretamente desenvolvidas para o novo hardware.
Para complicar a situação, o aparelho vive o melhor e o pior do mundo Android: tem uma versão Google Experience Device, que recebe atualizações diretamente da Google, mas que tem pendências quanto ao acabamento; e outra versão mantida pela Motorola, que sofre com a demora maior de entrega das atualizações, mas consegue reparar alguns dos problemas que o Honeycomb não resolve. No meio dessa situação, o usuário tem a vantagem de poder alterar a versão do sistema, desde que aceite os riscos do processo.
Neste review serão analisadas as características do Xoom quanto ao hardware e ao sistema operacional. Dada a situação do aparelho de ter versões pura e modificada do Honeycomb, o review irá apresentar os pontos em comum entre ambas e destacar, quando houver diferença, como cada versão se comporta.
Tutorial: Como compartilhar a conexão entre smartphone e tablet Android por Bluetooth
Quando se quer compartilhar a conexão de um smartphone com Android a primeira opção que costuma ser considerada é o modo Wi-Fi Hotspot. Em um cenário de uso de compartilhamento de conexão de um smartphone com um tablet, a escolha do uso de Wi-Fi Hotspot também seria mais natural. Contudo, há efeitos colaterais que ocorrem com essa opção:
- Se o uso de 3G em um smartphone já consome muita bateria, combiná-lo com o uso de Wi-Fi levará à descarga da bateria do aparelho em poucas horas;
- A segurança do compartilhamento de conexão por Wi-Fi depende do usuário. Como o Android, na versão pura do Gingerbread, apenas oferece as opções de compartilhamento de rede aberto ou com WPA-2, o usuário pode acabar usando o modo aberto ou uma senha fácil de ser descoberta. Com isso, outras pessoas poderão utilizar a rede do smartphone consumindo mais dados e diminuindo a velocidade de acesso para o tablet;
A segurança da rede é um problema que pode ser resolvido com um pouco mais de atenção por parte do usuário. O problema da bateria, contudo, pode não ser facilmente resolvido se o usuário não tiver uma fonte de energia por perto, seja ela uma tomada ou uma bateria auxiliar. Uma alternativa para se compartilhar a conexão entre smartphone e tablet Android foi criada recentemente: o PdaNet Tablet.
Qual escolher: Xoom ou Galaxy Tab 10.1?
Tablets têm ganhado cada vez mais interesse desde o lançamento do iPad. A Google, tentando aproveitar esse interesse e dar sua própria versão do que deve ser um sistema operacional para tablets, lançou o Android Honeycomb e, com ele, os fabricantes desenvolveram seus produtos. São várias as opções de tablets no mercado, que vão dos aparelhos com telas de tamanho mais reduzido e versão do Android para smartphones, até modelos de telas de 10″, com a versão apropriada do sistema operacional para tablets. Entre os competidores, dois têm destaque: o Motorola Xoom e o Samsung Galaxy Tab 10.1.
Os dois aparelhos possuem muitas características em comum. Ambos têm a tela com mesmo tamanho, resolução, processador, quantidade de memória RAM e outras coisas. Porém, há uma série de detalhes que podem fazer a diferença na escolha de um deles, que incluem a interface, peso, armazenamento, conexão, entre outros. O objetivo deste post é analisar essas diferenças para ajudar o leitor a fazer a escolha mais adequada para as suas necessidades.
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Multitarefa no Android: Quando sofisticação não implica em satisfação
Algo que tem sido bastante visado em dispositivos móveis é a capacidade de executar diferentes programas ao mesmo tempo, a chamada multitarefa. Um aparelho com tal capacidade permite que o usuário alterne entre aplicativos, seja porque o foco precisa ser mudado para uma outra atividade (como ver um e-mail ou SMS que acabou de chegar) ou porque uma tarefa exige um tempo de espera maior (como uma página a ser aberta, um vídeo a ser carregado ou um arquivo a ser baixado) e, enquanto ela é realizada, pode-se aproveitar o tempo para fazer outra coisa, como ler uma notícia de um feed.
A existência desse recurso em um dispositivo móvel tem algumas implicações que podem ser notadas pelo usuário. Mais tarefas sendo executadas ao mesmo tempo implicam em mais memória (RAM) sendo utilizada, mais processamento sendo feito e, como consequência, menor autonomia para o aparelho. Se não bastasse esse ponto negativo, suficientemente crítico para um dispositivo móvel e essencial para um celular, há mais efeitos negativos. Há ainda divisão ou disputa de recursos que são divididos entre vários programas, entre eles: memória RAM, processamento e conexão. Read more








