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	<title>Free Bird &#187; Tutoriais</title>
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	<description>Blog de tecnologia móvel e software livre em constante alfa aberto.</description>
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		<title>Tutorial: Como mudar a versão do Android no Motorola Xoom</title>
		<link>http://freebird.blog.br/2011/10/25/tutorial-como-mudar-a-versao-do-android-no-motorola-xoom/</link>
		<comments>http://freebird.blog.br/2011/10/25/tutorial-como-mudar-a-versao-do-android-no-motorola-xoom/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 23:24:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vegetando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[android]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem tem o Motorola Xoom,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div id="attachment_3248" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://freebird.blog.br/2011/10/25/tutorial-como-mudar-a-versao-do-android-no-motorola-xoom/inicio/" rel="attachment wp-att-3248"><img class="size-full wp-image-3248" title="Reflash Motorola Xoom" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/Inicio.jpg" alt="Reflash Motorola Xoom" width="300" height="229" /></a><p class="wp-caption-text">Reflash Motorola Xoom</p></div>
<p>Quem tem o Motorola Xoom, seja ele comprado no Brasil ou não, tem como vantagem a opção de escolher a versão do sistema operacional do aparelho. As opções são o Android puro, diretamente fornecido pela Google, ou a versão dele modificada, fornecida pela Motorola na versão nacional ou para outros países. As implicações dessa escolha são muitas e têm pontos positivos e negativos em cada caso.</p>
<p>O objetivo deste <em>post</em> é orientar a mudança de sistema no Xoom. Serão cobertos alguns dos motivos para se fazer a mudança, as implicações que elas podem ter, os requisitos do processo e a aplicação das mudanças em si.</p>
<p>O <em>post</em> deve atender bem a quem possui a versão do Xoom apenas com Wi-Fi. Uma fonte recomendada para quem deseja fazer o processo para o modelo 3G é o <a href="http://www.otubo.net/2011/05/xoom-brasileiro-vivo-3g-atualizado-sem.html">tutorial do Otubo.net</a>, o qual forneceu os subsídios iniciais para a elaboração deste <em>post</em>.</p>
<p><span id="more-3095"></span></p>
<p>O processo será mostrado no Windows. Se você utiliza o GNU/Linux e pretende seguir esse tutorial à risca, uma instalação do Windows em máquina virtual deve ser o suficiente. Este tutorial foi criado e executado no Windows XP <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Virtualiza%C3%A7%C3%A3o">virtualizado</a> no<a href="https://www.virtualbox.org/"> Virtual Box</a> (com o <a href="https://www.virtualbox.org/manual/ch04.html#guestadditions"><em>Guest Additions</em></a> instalado) sendo executado pelo <a href="ubuntu.com">Ubuntu</a>.</p>
<h2 dir="ltr">Por que mudar a versão do sistema</h2>
<p><strong>A versão com Android puro</strong>, fornecida pela Google, tem como<strong> vantagem a possibilidade de atualização mais rápida </strong>quando uma nova versão é lançada, além de um sistema<strong> sem personalizações e sem qualquer vestígio do MotoBlur</strong>. Por outro lado, a versão da Google vem com <strong>mais imperfeições</strong>, como a demora para fornecer um suporte totalmente funcional ao cartão de memória e a ausência de um gerenciador de arquivos já incorporado.</p>
<p><strong>A versão fornecida pela Motorola demora meses a mais para ser atualizada</strong>, principalmente no Brasil, mas além das novidades da nova versão, <strong>têm recursos extras que são úteis no dia a dia</strong>. Na versão 3.1, por exemplo, foi instalado um gerenciador de arquivos e o cartão de memória está 100% funcional, ao contrário da versão 3.2 fornecida pela Google. Se a demora já não é um ponto ruim o suficiente, o <a href="http://www.motorola.com/Consumers/BR-PT/Consumer-Product-Services/MOTOBLUR/Meet-MOTOBLUR">MotoBlur</a> <a href="https://plus.google.com/109319284808834615954/posts/UPSLFJFfe5G">volta a aparecer</a>, ainda que de forma sutil, em segundo plano (provavelmente <a href="http://idgnow.uol.com.br/mobilidade/2011/06/02/motorola-culpa-apps-do-android-market-por-insatisfacao-com-seus-aparelhos/">vigiando o que você faz</a>, já que <a href="https://plus.google.com/109319284808834615954/posts/8jqeQeeWnSG">tem permissão para isso</a>).</p>
<p>Se você pretende usar a versão mais recente lançada para o Motorola Xoom tão logo ela seja lançada, o ideal é utilizar a versão americana. Até o momento da publicação deste <em>post</em>, a versão mais aguardada seria a <a href="http://developer.android.com/sdk/android-4.0.html">Ice Cream Sandwich</a>, <a href="http://www.engadget.com/2011/10/22/motorola-xoom-will-get-updated-with-ice-cream-sandwich-but-when/">já prometida</a> para o aparelho com <a href="http://www.androidcentral.com/motorola-twitter-says-razr-bionic-and-xoom-will-get-ice-cream-sandwich-within-6-weeks-code-drop">previsão para até 6 semanas</a> após a liberação da versão final do sistema por parte da Google.</p>
<h2 dir="ltr">As implicações da mudança</h2>
<p>Decidindo qual versão usar, ou talvez optando por testar as duas antes de tomar a decisão, é possível usar os recursos fornecidos pela Google e pela Motorola para fazer a mudança. Contudo, como é sempre importante lembrar, por mais que o aparelho tenha o <em>bootloader</em> destravável e permita ao usuário realizar ações avançadas, <strong>a mudança de sistema implica na perda da garantia pelo fabricante</strong>. Duas frases enviadas pelo suporte técnico da Motorola Brasil definem bem a situação:</p>
<blockquote><p>&#8220;Para os aparelhos nacionais este procedimento não seria recomendando.&#8221;</p>
<p>&#8220;Se desejar pode até fazer o procedimento mas não seria total garantido que a garantia do aparelho seja mantida.&#8221;</p></blockquote>
<p>Resumindo: você pode fazer o procedimento, mas se o seu aparelho tiver um problema qualquer relacionado ou não à mudança, sua garantia pode não ser dada com a justificativa de que a imagem do sistema foi alterada.</p>
<p>Há, contudo, uma informação importante que foi bem lembrada pelo <a href="http://twitter.com/panaggio">@Panaggio</a>:</p>
<blockquote><p>&#8221; se você <em>brickar</em> o aparelho, ok, já era a garantia. Mas se houver algum problema de <em>hardware</em>, não há motivos<br />
para quebrarem a garantia. Eles vão querer dar migué dizendo que a culpa é do usuário e tal, mas é possível ganhar a briga. Melhor ainda: se você conseguir colocar o sistema deles de volta, eles não tem do que reclamar (pra falar a verdade, talvez não sejam capazes nem de verificar que o sistema foi trocado. E <em>reflashar</em> para a versão que veio no aparelho ou posterior está &#8216;dentro das regras&#8217;.&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>Outro efeito da mudança é a perda dos dados do aparelho</strong>. Se alguma informação armazenada no aparelho for importante, faça <em>backup</em> antes de iniciar o procedimento. Os aplicativos serão removidos, mas podem ser instalados posteriormente pelo <a href="https://market.android.com">Android Market</a>. O que se perde são os dados (incluindo progresso em jogos).</p>
<p>Tendo ressaltado os efeitos e possíveis problemas com a operação, fica o <strong>alerta final</strong>: <span style="color: #ff0000;"><strong>ao fazer essa mudança você  assume os riscos por eventuais problemas</strong>.</span></p>
<h2 dir="ltr">Cuidados para garantir a conclusão efetiva</h2>
<p>Assim como o processo de atualização via OTA recomenda, certifique-se de que o aparelho esteja com mais do que 50% da carga da bateria. Além disso, garanta que os arquivos sejam corretamente baixados e que o aparelho não seja reiniciado e nem desconectado do computador durante o processo.</p>
<p>Se em algum momento do processo o sistema parecer travar, estagnar em uma única tela e não dar <em>feedback</em> sobre o que está acontecendo,<strong> a opção para reiniciar o aparelho é manter pressionadas as teclas <em>Volume Up + Power</em>.</strong> Só faça isso tendo aguardado alguns minutos desde o último procedimento realizado e certificando-se de que nenhum processo de escrita esteja sendo efetuado.</p>
<p>Uma forma de evitar problemas é verificar, logo após baixar os arquivos necessários, se o<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Checksum"> Checksum</a> gerado para os arquivos baixados é o mesmo que o indicado no <em>site</em>. O valor de <em>Checksum</em> de referência é fornecido para o Android SDK e para a imagem do Xoom. Para fazer a verificação, uma possibilidade é o programa: <a href="http://www.superdownloads.com.br/download/77/md5-checker/">http://www.superdownloads.com.br/download/77/md5-checker/</a>.</p>
<div id="attachment_3261" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://freebird.blog.br/2011/10/25/tutorial-como-mudar-a-versao-do-android-no-motorola-xoom/checksumcorreto/" rel="attachment wp-att-3261"><img class="size-full wp-image-3261" title="Comparação do CheckSum gerado com o fornecido pela Motorola." src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/CheckSumCorreto.jpg" alt="Comparação do CheckSum gerado com o fornecido pela Motorola." width="600" height="326" /></a><p class="wp-caption-text">Comparação do CheckSum gerado com o fornecido pela Motorola.</p></div>
<p>Utilizando um verificador de <em>CheckSum</em>, é possível garantir que não existam diferenças entre o arquivo fornecido e o baixado. Se qualquer diferença for encontrada, o valor do <em>CheckSum</em> fornecido pela Motorola ou pela Google será diferente do gerado pelo arquivo baixado.  Se o arquivo estiver correto, a mensagem da imagem acima deverá ser exibida.</p>
<p>No Ubuntu é possível usar o <em>md5sum</em>:</p>
<pre class="brush: shell">
md5sum nome_do_arquivo
</pre>
<p>&nbsp;</p>
<h2 dir="ltr">Preparação</h2>
<p>O processo de mudança do sistema operacional no Xoom não é complicado, mas exige um número relativamente alto de requisitos e configurações. Para quem já tem o costume de desenvolver em Java, para Android ou tem o SDK para outras funcionalidades, como capturar <em>screenshots</em>, os requisitos provavelmente serão cumpridos sem esforço.</p>
<p>Nesta seção serão descritos os passos de instalação e configuração dos requisitos para o uso do Android SDK e do reconhecimento do aparelho pelo Windows. Além disso, serão indicados os arquivos que devem ser baixados, com a recomendação de organização de pastas e do conteúdo para a realização do procedimento de mudança do sistema.</p>
<h3 dir="ltr">Instalar o Java JDK</h3>
<div id="attachment_3206" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://freebird.blog.br/2011/10/25/tutorial-como-mudar-a-versao-do-android-no-motorola-xoom/jdk-1-site/" rel="attachment wp-att-3206"><img class="size-full wp-image-3206" title="Download do Java JDK" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/JDK-1-Site.jpg" alt="Download do Java JDK" width="300" height="170" /></a><p class="wp-caption-text">Download do Java JDK</p></div>
<p>Para executar a ferramenta da Google que grava a imagem do sistema no aparelho, é preciso ter a plataforma de desenvolvimento Java  (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Java_Development_Kit">Java SDK</a>) instalada. Para isso, acesse o site <a href="http://www.oracle.com/technetwork/java/javase/downloads/index.html">http://www.oracle.com/technetwork/java/javase/downloads/index.html</a> e baixe o arquivo com legenda: Java Platform (JDK) 7</p>
<p>O arquivo a ser baixado deve corresponder à versão do seu sistema operacional, dentre as opções disponíveis estão:</p>
<ul>
<li>Windows x86 79.48 MB    jdk-7-windows-i586.exe</li>
</ul>
<ul>
<li>Windows x64 80.25 MB    jdk-7-windows-x64.exe</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_3212" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://freebird.blog.br/2011/10/25/tutorial-como-mudar-a-versao-do-android-no-motorola-xoom/jdk-2-instalacao/" rel="attachment wp-att-3212"><img class="size-full wp-image-3212" title="Janela de preparação do Java JDK." src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/JDK-2-Instalacao.jpg" alt="Janela de preparação do Java JDK." width="600" height="379" /></a><p class="wp-caption-text">Janela de preparação do Java JDK.</p></div>
<p>O processo de instalação não tem mistério, é o bem conhecido &#8220;<em>next, next, finish.</em>&#8221; do Windows. Se você não tem uma forma própria de organizar os programas instalados, aceite as recomendações feitas pelo próprio instalador.</p>
<h3 dir="ltr">Instalar o Android SDK</h3>
<div id="attachment_3213" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://freebird.blog.br/2011/10/25/tutorial-como-mudar-a-versao-do-android-no-motorola-xoom/androidsdk-1-site/" rel="attachment wp-att-3213"><img class="size-full wp-image-3213" title="Site Android Developers" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/AndroidSDK-1-Site.jpg" alt="Site Android Developers" width="300" height="172" /></a><p class="wp-caption-text">Site Android Developers</p></div>
<p>As ferramentas de gravação de dados no aparelho estão  disponíveis na plataforma de desenvolvimento do Android, fornecida no <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Android_software_development">Android SDK</a>. Para instalá-la,  acesse o site <a href="http://developer.android.com/sdk/index.html">http://developer.android.com/sdk/index.html</a> e baixe o Android SDK. Para este tutorial, o arquivo &#8216;<a href="http://dl.google.com/android/android-sdk_r13-windows.zip">android-sdk_r12-windows.zip</a>&#8216; será utilizado.</p>
<p>Descompacte o arquivo em <em>&#8216;C:\&#8217;</em> para facilitar o processo de uso. Os arquivos deverão ficar em <em>&#8216;C:\android-sdk-windows&#8217;</em> .</p>
<p>Como uma das ferramentas necessárias foi mudada de diretório ou pode não estar disponível inicialmente, é preciso fazer alguns passos a mais (para mais detalhes, veja o arquivo &#8216;<em>adb_has_moved</em>&#8216; localizado em <em>&#8216;C:\android-sdk-windows\tools&#8217;</em>).</p>
<div>1 &#8211; Abra a pasta <em>&#8216;C:\android-sdk-windows&#8217;;</em></div>
<div>2 &#8211; Execute o arquivo “SDK Manager.exe”;</div>
<div>3 &#8211; Aguarde as informações serem atualizadas e instale somente as opções:</div>
<div>
<ul>
<li>Android SDK Tools, revision X</li>
<li>Android SDK Platform-tools, revision Y</li>
</ul>
</div>
<div id="attachment_3214" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://freebird.blog.br/2011/10/25/tutorial-como-mudar-a-versao-do-android-no-motorola-xoom/androidsdk-3-configuracao/" rel="attachment wp-att-3214"><img class="size-full wp-image-3214" title="Configuração do Android SDK com o SDKManager." src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/AndroidSDK-3-Configuracao.jpg" alt="Configuração do Android SDK com o SDKManager." width="600" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Configuração do Android SDK com o SDKManager.</p></div>
<p>Para marcar ou desmarcar uma das opções, basta selecioná-la e escolher “<em>accept</em>” para marcá-la ou “<em>reject</em>” para desmarcá-la;</p>
<p>4 &#8211; Logo após deixar as opções recomendadas marcadas, escolha “<em>Install</em>”;</p>
<p>5 &#8211; O processo pode demorar um pouco até que os arquivos sejam baixados e instalados. Terminadas as atualizações, feche o programa;</p>
<p>6 -  Vá ao &#8216;Painel de Controle&#8217; do Windows e escolha a opção &#8216;Sistema&#8217;;</p>
<p>7 &#8211; Escolha a guia &#8216;Avançado&#8217;;</p>
<p>8 &#8211; Clique sobre o botão &#8216;Variáveis de Ambiente&#8217;;</p>
<p>9 &#8211; No quadro de &#8216;Variáveis do sistema&#8217; abaixo, escolha a opção &#8216;Path&#8217; e clique em &#8216;Editar&#8217;;</p>
<div id="attachment_3217" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://freebird.blog.br/2011/10/25/tutorial-como-mudar-a-versao-do-android-no-motorola-xoom/androidsdk-4-variaveisdeambiente/" rel="attachment wp-att-3217"><img class="size-full wp-image-3217" title="Configuração de variáveis de ambiente para o Android SDK." src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/AndroidSDK-4-VariaveisDeAmbiente.jpg" alt="Configuração de variáveis de ambiente para o Android SDK." width="600" height="423" /></a><p class="wp-caption-text">Configuração de variáveis de ambiente para o Android SDK.</p></div>
<p>10 &#8211; No segundo campo, à frente de &#8216;Valor da Variável&#8217;, vá até o final do que está escrito, adicione um &#8216;;&#8217; e escreva &#8216;<em>C:\android-sdk-windows\platform-tools</em>&#8216;;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_3218" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://freebird.blog.br/2011/10/25/tutorial-como-mudar-a-versao-do-android-no-motorola-xoom/androidsdk-5-definindovariaveisdeambiente/" rel="attachment wp-att-3218"><img class="size-full wp-image-3218" title="Mudança do Path para a inclusão do caminho do Android SDK." src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/AndroidSDK-5-DefinindoVariaveisDeAmbiente.jpg" alt="Mudança do Path para a inclusão do caminho do Android SDK." width="600" height="140" /></a><p class="wp-caption-text">Mudança do Path para a inclusão do caminho do Android SDK.</p></div>
<p>Com isso, todas as ferramentas necessárias para a mudança do sistema estarão salvas no computador e acessíveis pelo terminal. O processo poderia ser feito na base da &#8220;gambiarra&#8221; copiando os arquivos de <em>platform-tools</em> para a pasta <em>tools</em>, mas é melhor dar preferência pelo modo bem feito &#8212; nem sempre dá para resistir à prática de &#8220;<a href="http://flashlicious.com.br/extreme-go-horse-process-xgh/">eXtreme Go Horse</a>&#8220;, mas na frente dos outros é melhor fazer bonito. :)</p>
<h3 dir="ltr">Cadastrar-se no site MOTODEV</h3>
<div id="attachment_3219" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://freebird.blog.br/2011/10/25/tutorial-como-mudar-a-versao-do-android-no-motorola-xoom/motoroladevelopers-1-site/" rel="attachment wp-att-3219"><img class="size-full wp-image-3219" title="Site Motorola Developers." src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/MotorolaDevelopers-1-Site.jpg" alt="Site Motorola Developers." width="300" height="186" /></a><p class="wp-caption-text">Site Motorola Developers.</p></div>
<p>Como os arquivos de imagem são fornecidos oficialmente pela Motorola no site <a href="http://developer.motorola.com/log-in/">MOTODEV</a>, é preciso criar uma conta para obter a versão do sistema operacional desejada. Basta acessar o site e se cadastrar: <a href="http://developer.motorola.com/log-in/">http://developer.motorola.com/log-in/</a></p>
<h3 dir="ltr">Instalar <em>drivers</em> USB</h3>
<p>Para que o sistema operacional reconheça o aparelho, é preciso instalar o driver USB fornecido pela Motorola. Para isso, acesse a página <a href="http://developer.motorola.com/docstools/USB_Drivers/">http://developer.motorola.com/docstools/USB_Drivers/</a>, escolha a versão adequada para o seu sistema (32-bit ou 64-bit) e faça o <em>download</em> do arquivo. O arquivo baixado é &#8216;Motorola_End_User_Driver_Installation_5.2.0_XXbit.msi&#8217;, o valor desse <em>XX</em> é substituído pela versão escolhida.</p>
<div id="attachment_3220" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://freebird.blog.br/2011/10/25/tutorial-como-mudar-a-versao-do-android-no-motorola-xoom/motoroladevelopers-2-instalacao/" rel="attachment wp-att-3220"><img class="size-full wp-image-3220" title="Instalação dos drivers que o sistema operacional trabalhe com o Xoom." src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/MotorolaDevelopers-2-Instalacao.jpg" alt="Instalação dos drivers que o sistema operacional trabalhe com o Xoom." width="600" height="407" /></a><p class="wp-caption-text">Instalação dos drivers que o sistema operacional trabalhe com o Xoom.</p></div>
<p>Como de costume, não há mistério na instalação. Basta seguir o &#8220;<em>next, next, finish</em>&#8221; e aguardar o processo ser concluído.</p>
<h3 dir="ltr">Fazer o <em>download</em> da imagem desejada para o Xoom</h3>
<p>A imagem (<a href="http://www.androidpolice.com/2010/05/01/custom-roms-for-android-explained-and-why-you-want-them/">popularmente chamada de ROM</a>) do sistema deve ser baixada pelo site <a href="http://developer.motorola.com/products/software/">http://developer.motorola.com/products/software/</a>. É neste momento que a versão do sistema deve ser escolhida entre a brasileira personalizada, a versão americana pura ou uma outra versão internacional personalizada. As versões americana e brasileira são:</p>
<ul>
<li>Build HWI69 for US Retail</li>
<ul>
<li>MD5 Sum: 3f52762e56474070fa71bdf34ba9afd1</li>
</ul>
<li>Build H.6.2-21 for Brazil</li>
<ul>
<li>MD5 Sum: a9698406e333f744cb3938b8aa4ecd5e</li>
</ul>
</ul>
<p><strong>Não é preciso se preocupar sobre a versão ser 3.0.1, 3.1 ou 3.2.  Uma vez que a versão inicial do sistema foi instalada, a mais recente será atualizada por OTA posteriormente.</strong> Por exemplo, se você instalar a  <em>US Retail</em>, ela estará na versão 3.0.1. Assim que for concluído o processo e o primeiro acesso a Internet for feito, será detectado que há uma versão mais nova disponível. Basta seguir os passos sugeridos pelo próprio sistema, no Xoom, e fazer a atualização.</p>
<p>Após baixar o arquivo, confira a integridade deste utilizando o programa <a href="http://www.superdownloads.com.br/download/77/md5-checker/">MD5 Checker</a> e o valor fornecido para o  MD5 Sum.</p>
<p>Feita essa confirmação, descompacte o conteúdo. A título de exemplificação, o conteúdo extraído está na pasta &#8216;<em>C:\tmp\MZ604_HWI69&#8243;</em>. O nome MZ604_HWI69 corresponde ao arquivo de imagem do modelo US Retail e deve variar caso você esteja usando outro modelo.</p>
<h2 dir="ltr">Instalação</h2>
<p dir="ltr">Com todos os preparativos feitos, chegou a hora de aplicar as mudanças no Xoom. O processo é executado em duas etapas: destravamento do <em>bootlader</em> e gravação da imagem.</p>
<h3 dir="ltr">Destravar o BootLoader</h3>
<p>Para permitir que a imagem nova do sistema seja gravada, é preciso destravar o aparelho. Com esse processo o sistema passa a ser suscetível a mudanças, o que implica em menor segurança. Por isso, o destravamento deve ser feito no momento de gravar a imagem e desfeito após concluído o processo. Os passos para a realização são:</p>
<p>1 &#8211; Desligue o aparelho;</p>
<p>2 &#8211; Conecte-o ao computador usando o cabo USB;</p>
<p>3 &#8211; Ligue o Xoom apertando a tecla <em>Volume Down</em>  ao mesmo tempo em que aperta o <em>Power</em>;</p>
<p>4 &#8211; Mantenha o botão <em>Volume Down</em> apertado até que apareça a mensagem “<em>Starting Fastboot protocol support.</em>”;</p>
<p>5 &#8211; O Windows deve mostrar notificações de novo aparelho identificado e, posteriormente, “<em>Your new hardware is installed and ready to use.</em>”;</p>
<div id="attachment_3239" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://freebird.blog.br/2011/10/25/tutorial-como-mudar-a-versao-do-android-no-motorola-xoom/unlock-1-reconhecendoxoom/" rel="attachment wp-att-3239"><img class="size-full wp-image-3239" title="Sistema operacional confirma a conexão com o aparelho." src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/Unlock-1-ReconhecendoXoom.jpg" alt="Sistema operacional confirma a conexão com o aparelho." width="600" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Sistema operacional confirma a conexão com o aparelho.</p></div>
<p>6 &#8211; Abra o <em>prompt</em> de comando (para fazê-lo de forma rápida, aperte <em>WIN + R</em>, digite <em>cmd</em> e então aperte <em>ENTER</em>);</p>
<div id="attachment_3240" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://freebird.blog.br/2011/10/25/tutorial-como-mudar-a-versao-do-android-no-motorola-xoom/unlock-2-prompt/" rel="attachment wp-att-3240"><img class="size-full wp-image-3240" title="Prompt de comando do Windows, pelo qual serão executados os comandos." src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/Unlock-2-Prompt.jpg" alt="Prompt de comando do Windows, pelo qual serão executados os comandos." width="600" height="297" /></a><p class="wp-caption-text">Prompt de comando do Windows, pelo qual serão executados os comandos.</p></div>
<p>7 &#8211; No <em>prompt de comando</em>, entre na pasta em que o Android SDK foi descompactado:</p>
<pre class="brush: shell">
cd \android-sdk-windows\tools
</pre>
<p>8 &#8211; Em seguida, digite:</p>
<pre class="brush: shell">
fastboot oem unlock
</pre>
<p>Deve aparecer a mensagem “<em>(bootloader)  To continue, follow instructions on the device&#8217;s display&#8230;</em>”</p>
<div id="attachment_3245" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://freebird.blog.br/2011/10/25/tutorial-como-mudar-a-versao-do-android-no-motorola-xoom/unlock-3-comando/" rel="attachment wp-att-3245"><img class="size-full wp-image-3245" title="Execução do comando para destravar o bootloader do Xoom." src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/Unlock-3-Comando.jpg" alt="Execução do comando para destravar o bootloader do Xoom." width="600" height="297" /></a><p class="wp-caption-text">Execução do comando para destravar o bootloader do Xoom.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Olhe para a tela do Xoom e siga as instruções. Ao apertar o <em>Volume Down</em> a opção selecionada muda. Ao encontrar a opção desejada, aperte <em>Volume Up</em> para seguir em frente.</p>
<p>9 &#8211; Aperte <em>Volume Down</em> para mudar a opção para “<em>Agree</em>” e então <em>Volume Up</em> para confirmar;</p>
<p>10 &#8211; Na próxima tela, aperte <em>Volume Down</em> para mudar para “<em>Yes</em>” e <em>Volume Up</em> para confirmar;</p>
<p>11 &#8211; Desligue o aparelho.</p>
<h3>Mudar a imagem do sistema</h3>
<p>1 &#8211; Conecte o aparelho desligado ao computador com o cabo USB</p>
<p>2 &#8211; Ligue novamente o aparelho, apertando <em>Volume Down + Power</em></p>
<p>3 &#8211; Abra o <em>prompt</em> de comando (atalho: digite <em>WIN + R</em>, escreva <em>cmd</em> e aperte <em>ENTER</em>)</p>
<p>4 &#8211; No <em>prompt</em> de comando, entre na pasta em que o Android SDK foi descompactado:</p>
<pre class="brush: shell">
cd \android-sdk-windows\tools
</pre>
<p>5 &#8211; Escreva cada um dos comandos por vez, nessa ordem exata, aguardando a conclusão dele antes de partir para o próximo:</p>
<pre class="brush: shell">
fastboot.exe flash boot c:\tmp\MZ604_HWI69\boot.img
fastboot.exe flash system c:\tmp\MZ604_HWI69\system.img
fastboot.exe flash recovery c:\tmp\MZ604_HWI69\recovery.img
fastboot.exe flash userdata c:\tmp\MZ604_HWI69\userdata.img
fastboot.exe erase cache
fastboot.exe oem lock
</pre>
<p>Seguidos os passos de 1 a 5, o aparelho será reiniciado e já estará com a versão escolhida do sistema operacional. Ao conectar o aparelho à Internet, deve aparecer a opção de atualização do sistema. Antes de realizá-la, certifique-se de ter os cuidados mencionados anteriormente, tendo a bateria carregada em pelo menos 50%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 dir="ltr">Considerações Finais</h2>
<p>A grande vantagem da mudança do sistema é permitir a troca para aquela versão que ofereça mais benefícios. Como ressaltado anteriormente, a escolha costuma ser entre a versão mais recente do sistema, com os recursos nativos do Android, e a versão um pouco defasada fornecida pela própria Motorola, com recursos complementares úteis para o dia a dia. O principal do processo é: dar para o usuário o poder de escolha.</p>
<p>Tendo em mente os riscos do processo e a possibilidade de se perder a garantia do aparelho, o procedimento em si não é difícil, mas exige atenção do usuário para os requisitos e ações necessárias. Uma vez terminado o processo, o aparelho fica como se tivesse vindo de fábrica, com a versão instalada e deve informar a possibilidade de fazer atualizações para a versão mais recente disponível para a imagem selecionada.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Tutorial: Como compartilhar a conexão entre smartphone e tablet Android por Bluetooth</title>
		<link>http://freebird.blog.br/2011/08/12/tutorial-como-compartilhar-a-conexao-entre-smartphone-e-tablet-android-por-bluetooth/</link>
		<comments>http://freebird.blog.br/2011/08/12/tutorial-como-compartilhar-a-conexao-entre-smartphone-e-tablet-android-por-bluetooth/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Aug 2011 00:56:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vegetando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[android]]></category>
		<category><![CDATA[Bluetooth]]></category>
		<category><![CDATA[conexão]]></category>
		<category><![CDATA[dun]]></category>
		<category><![CDATA[eclair]]></category>
		<category><![CDATA[froyo]]></category>
		<category><![CDATA[gingerbread]]></category>
		<category><![CDATA[honeycomb]]></category>
		<category><![CDATA[Smartphone]]></category>
		<category><![CDATA[tablet]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://freebird.blog.br/?p=2788</guid>
		<description><![CDATA[Quando se quer compartilhar a]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2848" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://freebird.blog.br/2011/08/12/tutorial-como-compartilhar-a-conexao-entre-smartphone-e-tablet-android-por-bluetooth/smartphonebluetoothtablet/" rel="attachment wp-att-2848"><img class="size-full wp-image-2848" title="Conexão entre smartphone e tablet por Bluetooth." src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/SmartphoneBluetoothTablet.jpg" alt="Conexão entre smartphone e tablet por Bluetooth." width="300" height="146" /></a><p class="wp-caption-text">Comunicação entre smartphone e tablet por Bluetooth.</p></div>
<p><strong>Quando se quer compartilhar a conexão de um <em>smartphone</em> com Android a primeira opção que costuma ser considerada é o modo <em>Wi-Fi Hotspot</em></strong>. Em um cenário de uso de compartilhamento de conexão de um <em>smartphone</em> com um <em>tablet</em>, a escolha do uso de <em>Wi-Fi Hotspot</em> também seria mais natural. Contudo, <strong>há efeitos colaterais que ocorrem com essa opção</strong>:</p>
<ul>
<li>Se o uso de <strong>3G</strong> em um <em>smartphone</em> já consome muita bateria, combiná-lo <strong>com o uso de <em>Wi-Fi</em> levará à descarga da bateria do aparelho em poucas horas</strong>;</li>
<li><strong>A segurança do compartilhamento de conexão por <em>Wi-Fi</em> depende do usuário</strong>. Como o Android, na versão pura do <em>Gingerbread</em>, apenas oferece as opções de compartilhamento de rede aberto ou com <em>WPA-2</em>, <strong>o usuário pode acabar usando o modo aberto ou uma senha fácil de ser descoberta</strong>. Com isso, outras pessoas poderão utilizar a rede do <em>smartphone</em> consumindo mais dados e diminuindo a velocidade de acesso para o <em>tablet</em>;</li>
</ul>
<p>A segurança da rede é um problema que pode ser resolvido com um pouco mais de atenção por parte do usuário. O problema da bateria, contudo, pode não ser facilmente resolvido se o usuário não tiver uma fonte de energia por perto, seja ela uma tomada ou uma <a href="http://freebird.blog.br/tag/bateria-auxiliar/">bateria auxiliar</a>. <strong>Uma alternativa para se compartilhar a conexão entre <em>smartphone</em> e <em>tablet</em> Android foi criada recentemente: o <a href="https://market.android.com/details?id=com.pdanet.tablet">PdaNet Tablet</a>.</strong></p>
<p><span id="more-2788"></span></p>
<p>O aplicativo, criado pelos <a href="http://junefabrics.com/android/">mesmos responsáveis pelo PdaNet</a>, permite que se compartilhe, por <em>Bluetooth</em>, a conexão do <em>smartphone</em> com um <em>tablet</em>. Com isso, modelos apenas <em>Wi-Fi</em> dos <em>tablets</em>, ou que não tenham um <em>chip</em> funcionando, podem aproveitar a conexão de um <em>smartphone</em>.<strong> Pelo fato de o compartilhamento ser por <em>Bluetooth</em>, o consumo de energia é menor (para <em>smartphone</em> e <em>tablet</em>) e a segurança de acesso tende a ser menos negligenciada</strong>, até pela política do Android de não deixar o aparelho visível por mais do que 2 minutos.</p>
<p>O objetivo deste <em>post</em> é ajudar a fazer o processo de configuração do <em>smartphone</em> e do <em>tablet</em>, evitando algumas confusões que podem ser feitas no processo. Ao final, são feitas observações sobre a qualidade do acesso à Internet utilizando o aplicativo.</p>
<p>Este <em>post</em> é o segundo da série sobre o compartilhamento de acesso à Internet e recursos de rede entre dispositivos móveis. O primeiro, criado pelo <a href="http://twitter.com/panaggio">@Panaggio</a>, foi o <a href="http://freebird.blog.br/2011/05/21/tutorial-transforme-seu-notebook-com-ubuntu-em-um-roteador-wi-fi/">Tutorial: Transforme seu notebook com Ubuntu em um roteador Wi-Fi</a>.</p>
<h2>Tutorial</h2>
<h3 dir="ltr">Fazer o pareamento Bluetooth entre o <em>smartphone</em> e o <em>tablet</em></h3>
<p>Tenha <em>smartphone</em> e <em>tablet</em> próximos entre si, para facilitar o processo, e siga os seguintes passos.</p>
<p>1 &#8211; Habilitar o <em>Bluetooth</em> no <em>smartphone</em> e colocá-lo como visível</p>
<ul>
<li>Acesse &#8216;Configurações&#8217;;</li>
<li>Clique em &#8216;Redes sem fio e outras&#8217;;</li>
<li>Marque a opção ‘<em>Bluetooth</em>’;</li>
<li>Acesse &#8216;Configuração de <em>Bluetooth</em>&#8216;;</li>
<li>Marque a opção &#8216;Detectável&#8217;;</li>
<li>Escolha a opção &#8216;Tornar o dispositivo detectável&#8217;.</li>
</ul>
<div id="attachment_2790" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://freebird.blog.br/2011/08/12/tutorial-como-compartilhar-a-conexao-entre-smartphone-e-tablet-android-por-bluetooth/1-gingerbread-bluetooth/" rel="attachment wp-att-2790"><img class="size-full wp-image-2790" title="Configurações de Bluetooth do Gingerbread" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/1-Gingerbread-Bluetooth.jpg" alt="Configurações de Bluetooth do Gingerbread" width="600" height="499" /></a><p class="wp-caption-text">Configurações de Bluetooth do Gingerbread</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>2 &#8211; Habilitar o <em>Bluetooth</em> no <em>tablet</em></p>
<ul>
<li>Acesse &#8216;<em>Settings</em>&#8216;;</li>
<li>Escolha &#8216;<em>Wireless &amp; networks</em>&#8216;;</li>
<li>Marque ‘<em>Bluetooth</em>’</li>
</ul>
<div id="attachment_2791" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://freebird.blog.br/2011/08/12/tutorial-como-compartilhar-a-conexao-entre-smartphone-e-tablet-android-por-bluetooth/3-honeycomb-bluetooth-scan/" rel="attachment wp-att-2791"><img class="size-full wp-image-2791" title="Configurações de Bluetooth do Android Honeycomb" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/3-Honeycomb-Bluetooth-Scan.jpg" alt="Configurações de Bluetooth do Android Honeycomb" width="600" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Configurações de Bluetooth do Android Honeycomb</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>3 &#8211; Parear <em>smartphone</em> e <em>tablet</em></p>
<ul>
<li>No <em>tablet</em>, escolha &#8216;<em>Bluetooth Settings</em>&#8216;;</li>
<li>Clique sobre a o opção &#8216;<em>Find nearby devices</em>&#8216;;</li>
<li>Aguarde a exibição do nome do <em>smartphone</em> e escolha-o;</li>
<li>Clique em “emparelhar” no <em>smartphone</em> e “pair” no <em>tablet</em>.</li>
</ul>
<div id="attachment_2792" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://freebird.blog.br/2011/08/12/tutorial-como-compartilhar-a-conexao-entre-smartphone-e-tablet-android-por-bluetooth/4-pareamento/" rel="attachment wp-att-2792"><img class="size-full wp-image-2792" title="Pareamento Bluetooth entre smartphone e tablet" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/4-Pareamento.jpg" alt="Pareamento Bluetooth entre smartphone e tablet" width="600" height="336" /></a><p class="wp-caption-text">Pareamento Bluetooth entre smartphone e tablet</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O processo de emparelhamento pode ser realizado na primeira conexão a ser feita no PdaNet Tablet, mas foi mostrada separadamente para simplificar a explicação de uso do aplicativo.</p>
<h3 dir="ltr">Instalar o PdaNet Tablet em ambos, <em>smartphone</em> e <em>tablet</em></h3>
<p>Para isso, não há segredo. Acesse o Android Market e instale o aplicativo através deste <em><a href="https://market.android.com/details?id=com.pdanet.tablet&amp;feature=search_result">link</a></em>. <strong>É importante notar que a versão PdaNet Tablet deve ser instalada em ambos, <em>smartphone</em> e <em>tablet</em>.</strong></p>
<div id="attachment_2796" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://freebird.blog.br/2011/08/12/tutorial-como-compartilhar-a-conexao-entre-smartphone-e-tablet-android-por-bluetooth/12-pda-net-tablet-install/" rel="attachment wp-att-2796"><img class="size-full wp-image-2796" title="Instalação do PDA Net Tablet, a ser feita no smartphone e no tablet." src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/12-PDA-Net-Tablet-Install.jpg" alt="Instalação do PDA Net Tablet, a ser feita no smartphone e no tablet." width="600" height="288" /></a><p class="wp-caption-text">Instalação do PdaNet Tablet, a ser feita no smartphone e no tablet.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<h3 dir="ltr">Configurar <em>Proxy</em> no <em>tablet</em></h3>
<p>Antes de fazer a conexão entre os dispositivos, é preciso configurar o PdaNet no <em>tablet</em>. Para isso, abra o aplicativo e escolha a opção ‘<em>Set Network Proxy</em>’. Caso apareça a tela ‘<em>Wireless &amp; Networks</em>’ ao invés da tela de &#8216;<em>Proxy Settings</em>&#8216;, apenas clique no botão ‘voltar’ do Android e escolha novamente a opção ‘<em>Set Network Proxy</em>’. Esse erro é, no momento, comum e até esperado, como informam os desenvolvedores. É provável que ele seja corrigido em versões mais recentes do aplicativo, que atualmente se encontra em fase beta.</p>
<div id="attachment_2798" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://freebird.blog.br/2011/08/12/tutorial-como-compartilhar-a-conexao-entre-smartphone-e-tablet-android-por-bluetooth/5-configurarproxy-2/" rel="attachment wp-att-2798"><img class="size-full wp-image-2798" title="Configuração de Proxy para o correto funcionamento do PDA Net Tablet." src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/5-ConfigurarProxy1.jpg" alt="Configuração de Proxy para o correto funcionamento do PDA Net Tablet." width="600" height="319" /></a><p class="wp-caption-text">Configuração de Proxy para o correto funcionamento do PdaNet Tablet.</p></div>
<p>Assim que aparecer a tela ‘<em>Proxy Settings</em>’, preencha o campo ‘<em>HostName</em>’ com o valor ‘127.0.0.1’, o campo ‘Port’ com o valor ‘1234’ e clique em ‘<em>Save</em>’.</p>
<h3 dir="ltr">Estabelecer a conexão entre <em>smartphone</em> e <em>tablet</em></h3>
<p>O primeiro passo para estabelecer a conexão é habilitá-la no <em>smartphone</em>. Garanta que o <em>Bluetooth</em> esteja ativo. Em seguida, abra o aplicativo PdaNet Tablet e então clique sobre o botão ‘Enable PdaNet Server’. Logo após, siga os passos:</p>
<ul>
<li>No <em>tablet</em>, abra o PdaNet Tablet;</li>
<li>Se o nome do <em>smartphone</em> estiver aparecendo na parte inferior da tela, clique sobre ele;</li>
<li>Se não estiver, clique em ‘<em>Tap to discover new phones&#8230;</em>’ e escolha o aparelho.</li>
</ul>
<div id="attachment_2799" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://freebird.blog.br/2011/08/12/tutorial-como-compartilhar-a-conexao-entre-smartphone-e-tablet-android-por-bluetooth/6-pdanet-1/" rel="attachment wp-att-2799"><img class="size-full wp-image-2799" title="Iniciando o compartilhamento da conexão no smartphone e o uso no tablet." src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/6-PDANET-1.jpg" alt="Iniciando o compartilhamento da conexão no smartphone e o uso no tablet." width="600" height="351" /></a><p class="wp-caption-text">Iniciando o compartilhamento da conexão no smartphone e o uso no tablet.</p></div>
<p>Com isso, seu <em>tablet</em> Android estará conectado ao <em>smartphone</em> por <em>Bluetooth</em> e você já poderá acessar a Internet.</p>
<div id="attachment_2800" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://freebird.blog.br/2011/08/12/tutorial-como-compartilhar-a-conexao-entre-smartphone-e-tablet-android-por-bluetooth/7-pdanet-2/" rel="attachment wp-att-2800"><img class="size-full wp-image-2800" title="Programa sendo executado em smartphone (à esquerda) e tablet (à direita)." src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/7-PDANET-2.jpg" alt="Programa sendo executado em smartphone (à esquerda) e tablet (à direita)." width="600" height="351" /></a><p class="wp-caption-text">Programa sendo executado em smartphone (à esquerda) e tablet (à direita).</p></div>
<p><strong>Atenção: quando o programa não for mais utilizado, escolha a opção &#8216;<em>Disable PdaNet</em>&#8216; no <em>smartphone</em> e &#8216;<em>Disconnect</em>&#8216; no <em>tablet</em></strong>. Além disso, é preciso usar a opção &#8216;<em>Clear Network Proxy</em>&#8216;, no <em>tablet</em>, para poder utilizar a Internet normalmente a partir de <em>Wi-Fi</em> em outros momentos. A configuração do <em>proxy</em> precisa ser feita sempre que o <em>smartphone</em> for usado para prover acesso à Internet para o <em>tablet</em>, usando o <em>Bluetooth</em>.</p>
<h2>Avaliação do uso</h2>
<p>Antes de analisar os resultados do uso do aplicativo é preciso ressaltar algumas questões. <strong>Se o Bluetooth oferece uma forma de comunicação com menor consumo de energia, essa vantagem não vem sem custo. Ela implica em uma velocidade menor de transferência.</strong> O <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wi-Fi">Wi-Fi pode atingir velocidade máxima de transferência teórica de</a>: 11 Mbps ( IEEE 802.11b), 54 Mbps ( IEEE 802.11 a ou g) ou até 600 Mbps ( IEEE 802.11n),<a href=" http://labs.pcw.co.uk/2005/03/adhoc-wireless-.html"> sendo que o padrão para redes ad-hoc é de até 11 Mbps</a>. O <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bluetooth">Bluetooth pode atingir velocidade de</a> 1 Mbps (versão 1.2), 3 Mbps (versão 2.0 + EDR) ou até 24 Mbps (versão 3.0). Algumas dessas velocidades ficam abaixo da velocidade máxima prometida para redes 3G, o que pode ultrapassar esses limites, o que torna o <em>Bluetooth</em> um limitador para a banda.</p>
<p>Além dessa limitação que o <em>Bluetooth</em> pode oferecer, o aplicativo PdaNet Tablet oferece um recurso que não é implementado nativamente no Android. Como o Honeycomb não tem mais do que alguns meses de vida,<strong> o aplicativo, desenvolvido para ele, também está em estágio inicial de desenvolvimento</strong>. <strong>Como resultado desses fatores, a estabilidade e o comportamento geral do aplicativo não estão em um nível de produto final</strong>, como o próprio &#8220;beta&#8221; no nome registrado no Android Market indica. Somado a isso, podem ter influência sobre a experiência de uso as condições de acesso e recepção do 3G e o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Computational_overhead"><em>overhead</em></a> pelo acesso da conexão do <em>smartphone </em>pelo <em>tablet</em>.</p>
<p>O primeiro ponto a ser observado é que <strong>alguns aplicativos não puderam ser usados no Honeycomb enquanto a conexão estava recebida por <em>Bluetooth</em>, como o Google Talk e o SpeedTest.</strong> <strong>A grande maioria dos aplicativos testados, contudo, pôde ser executada normalmente sem qualquer problema. </strong></p>
<p><strong></strong>Com o uso prolongado foram observadas quedas ocasionais da conexão entre <em>smartphone</em> e <em>tablet</em>. Como a conexão pode ser restabelecida com um pedido de conexão a partir do <em>tablet</em>, não é preciso ter novo acesso ao <em>smartphone</em>, o que simplifica o processo. Para analisar o comportamento do aplicativo, foram feitos alguns testes usando o compartilhamento de conexão acessada por EDGE e por 3G.<br />
<strong></strong></p>
<div id="attachment_2839" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://freebird.blog.br/2011/08/12/tutorial-como-compartilhar-a-conexao-entre-smartphone-e-tablet-android-por-bluetooth/13-speedtest-gbvshc/" rel="attachment wp-att-2839"><img class="size-full wp-image-2839" title="SpeedTest sendo usado no smratphone com acesso direto à Internet (à esquerda) e no tablet, usando a conexão do smartphone (à direita)" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/13-SpeedTest-GBvsHC.jpg" alt="SpeedTest sendo usado no smratphone com acesso direto à Internet (à esquerda) e no tablet, usando a conexão do smartphone (à direita)" width="600" height="332" /></a><p class="wp-caption-text">SpeedTest sendo usado no smratphone com acesso direto à Internet (à esquerda) e no tablet, usando a conexão do smartphone (à direita).</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A conexão usada para testes foi a do 3G da Vivo, com velocidade de 1Mbps. O que se pode observar pelos testes é que o uso da conexão compartilhada por <em>Bluetooth</em> pode ser usada bem no <em>tablet</em>. No resultado exibido, o <em>tablet</em> chegou a ter latência menor da rede do que o <em>smartphone</em> com acesso direito, em função do <em>host</em> utilizado pelo SpeedTest. Em nenhum dos testes foi possível concluir a etapa de <em>upload</em>. A conclusão, portanto, é que o <em>Bluetooth</em> não chegou a influenciar negativamente a transferência de dados, apesar de aumentar em mais um ponto o percurso de transferência das informações de acesso à Internet.</p>
<h2>Conclusões</h2>
<p>O aplicativo PdaNet Tablet surgiu para eliminar uma deficiência do Honeycomb: a incapacidade de acessar a Internet pelo compartilhamento por Bluetooth. Como é um aplicativo novo, ainda há melhorias que devem ser feitas. Contudo, a funcionalidade fornecida já pode ser utilizada por quem não tem muita necessidade de estabilidade e pode ajudar o usuário a poupar bateria de <em>smartphone</em> e <em>tablet, </em>por não utilizar Wi-Fi.  Uma possibilidade interessante é instalar o aplicativo e ir acompanhando as atualizações distribuídas pelo Android Market, para acompanhar a evolução do aplicativo.</p>
<h2> <span style="color: #993300;">Atualização</span></h2>
<p>Conforme relatado pelo Luis Otavio no comentário, é possível fazer o compartilhamento de conexão usando aparelho da Motorola com a função. Além disso,  o Android Ice Cream Sandwich oferece o recurso de compartilhamento de conexão por <em>Bluetooth</em>. Se seu smartphone for atualizado para o Android 4.0, aproveite a conexão nativa que oferece melhor estabilidade. Mesmo com o Honeycomb o <em>tablet</em> já conseguirá fazer o acesso por <em>Bluetooth</em>.</p>
<p>&nbsp;
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		<title>Tutorial: Transforme seu notebook com Ubuntu em um roteador Wi-Fi</title>
		<link>http://freebird.blog.br/2011/05/21/tutorial-transforme-seu-notebook-com-ubuntu-em-um-roteador-wi-fi/</link>
		<comments>http://freebird.blog.br/2011/05/21/tutorial-transforme-seu-notebook-com-ubuntu-em-um-roteador-wi-fi/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 21 May 2011 09:57:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Panaggio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Gambiarra]]></category>
		<category><![CDATA[notebooks]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[wi-fi]]></category>

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		<description><![CDATA[Em diversas ocasiões, nos vemos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em diversas ocasiões, nos vemos com uma conexão que queremos compartilhar, mas em geral não sabemos como fazer. Pode ser a conexão cabeada da sua casa, para compartilhar com amigos quando não há um roteador Wi-Fi à mão ou quando estamos no celular e queremos compartilhar o 3G com um notebook. Para cada caso existe uma solução e, em geral, ela é simples. Nessa nova sequência de tutoriais do FreeBird, serão apresentadas as formas de compartilhar rede que geram mais dúvidas, ou que são menos evidentes.</p>
<p><span id="more-2021"></span></p>
<div id="attachment_2023" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/panaggio/5711244575/"><img class="size-full wp-image-2023" title="N800 conectado no Wi-Fi compartilhado por um notebook com Ubuntu" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/screenshot05.png" alt="N800 conectado no Wi-Fi compartilhado por um notebook com Ubuntu" width="600" height="360" /></a><p class="wp-caption-text">N800 conectado no Wi-Fi compartilhado por um notebook com Ubuntu</p></div>
<p>Como primeiro post dessa sequência, vamos mostrar como compartilhar a rede que você tem no seu notebook com Ubuntu (seja por cabo ou compartilhada de um <em>smartphone</em>) via Wi-Fi. Em miúdos, vamos transformar seu notebook com Ubuntu em um roteador Wi-Fi, em que vários outros dispositivos, sejam computadores, PDAs, <em>smartphones</em>, consoles, ou outros <em>gadgets</em> que precisem de internet possam se conectar.</p>
<p>(Nota: se você quiser ser purista e não gostar de chamar seu notebook de roteador só porque criou uma <a href="https://secure.wikimedia.org/wikipedia/en/wiki/Wireless_ad_hoc_network">rede <em>ad-hoc</em></a>, tudo bem, fique a vontade. Mas lembre-se de que, para a maioria das pessoas, o que importa é ter rede compartilhada por Wi-Fi. Portanto, <a href="http://tecnoblog.net/60030/bia-kunze-a-dificil-arte-da-tolerancia-ou-os-saraivas-da-ti/">deixemos o purismo de lado, e vamos ajudar a quem interessa :) )</a></p>
<p><a href="http://tecnoblog.net/60030/bia-kunze-a-dificil-arte-da-tolerancia-ou-os-saraivas-da-ti/"> </a></p>
<p><a href="http://tecnoblog.net/60030/bia-kunze-a-dificil-arte-da-tolerancia-ou-os-saraivas-da-ti/"></a><a href="http://umamao.com/questions/Como-eu-transformo-um-laptop-Ubuntu-em-um-Access-Point-wifi">Tivemos esse problema</a> recentemente, quando o escritório do <a href="http://umamao.com">Umamão</a> mudou de uma garagem para um novo endereço. Chegamos no novo escritório e ainda não tínhamos rede. Uma empresa que desenvolve aplicações web sem acesso a ela. Uma situação que tinha que ser revertida.</p>
<p>(Abre parênteses: para quem não sabe, o Umamão é onde estou trabalhando agora. O Umamão é uma base de perguntas e respostas expandida e melhorada constantemente por acadêmicos e profissionais. Se você tem alguma dúvida, o Umamão provavelmente é o melhor lugar para encontrar a resposta. Em especial, se você quiser se cadastrar no Umamão ou fazer perguntas sobre os assuntos tratados no Free Bird, clique <a href="http://umamao.com/topics/Dispositivo-m%C3%B3vel?group_invitation=embedded_4d7e60391a80e1339103d852_">aqui</a>! Fecha parênteses.)</p>
<p>Um dos sócios tinha 3G no <em>smartphone</em>, e estava compartilhado com um dos computadores por USB. Ele conseguia, via <em><a href="https://secure.wikimedia.org/wikipedia/en/wiki/Tethering">tethering</a></em>, oferecer rede para mais duas máquinas. Mas além disso, outras pessoas teriam que ficar sem rede. E éramos em mais de 3.</p>
<p>Outra ocasião que ocorre muito é estar em casa com o computador no cabo de rede e alguém, ou mesmo eu, precisar de rede em outro dispositivo. Se rolasse um compartilhamento via Wi-Fi, não seria necessário um roteador Wi-Fi. E eu ainda não precisaria interromper qualquer <em>download</em> só para tirar o cabo de rede e compartilhar a rede pelo roteador.</p>
<p>Existem várias formas de fazer isso. Poderíamos fazer com um monte de comandos não muito claros e dificilmente reproduzíveis se você não tivesse executado-os inúmeras vezes ou se não tivesse acesso a esse tutorial. Mas há uma bem simples para quem usa Ubuntu: utilizar o compartilhamento de rede nativo.</p>
<p>Sim, o Ubuntu vem, por padrão, com um atalho para se compartilhar rede. O procedimento é bem simples e é bem provável que, após realizá-lo apenas uma vez, você seja capaz de fazê-lo quando precisar.</p>
<p>Porém, antes de prosseguir com o tutorial, há alguns requisitos necessários. Alguns são um tanto óbvios, e estão implícitos no post até esse ponto, mas outros precisam ser levantados:</p>
<ul>
<li>Seu computador precisar ter Ubuntu instalado e precisa ter acesso à rede, de alguma forma (seja por rede cabeada ou por compartilhamento via USB). Não foi possível, em nenhuma das tentativas, compartilhar a rede recebida pelo Wi-Fi pela mesma interface. Talvez seja possível fazê-lo tendo duas placas de rede sem fio, mas essa possibilidade não foi testada por falta de uma segunda placa;</li>
<li>Sua placa de rede Wi-Fi tem que estar habilitada e ser capaz de funcionar como um <em>access point</em> (algumas placas de rede não possuem esse recurso). Lendo a especificação da sua placa é possível descobrir isso. Ainda não tenho um método fácil para identificar essa característica, mas se descobrir, atualizo o post com a informação.</li>
</ul>
<div id="attachment_2024" class="wp-caption alignleft" style="width: 179px"><a rel="attachment wp-att-2024" href="http://freebird.blog.br/2011/05/21/tutorial-transforme-seu-notebook-com-ubuntu-em-um-roteador-wi-fi/dica_002/"><img class="size-full wp-image-2024" title="Passo 1: clique em &quot;Criar nova rede sem fio...&quot;" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/Dica_002.png" alt="Passo 1: clique em &quot;Criar nova rede sem fio...&quot;" width="169" height="271" /></a><p class="wp-caption-text">Passo 1: clique em &quot;Criar nova rede sem fio...&quot;</p></div>
<p>Para criar a rede, você precisa seguir alguns passos, detalhados abaixo.</p>
<ul>
<li>Clique no ícone de rede no painel com o botão esquerdo;</li>
<li>Clique em &#8220;Criar nova rede sem fio&#8230;&#8221;;</li>
<li>Dê um nome para a rede (no meu exemplo, usei <code>freebird-wifi</code>);</li>
<li>Defina alguma segurança para a rede (sugestão: utilize <code>WPA &amp; WPA2 pessoal</code>, já que WPA e WPA2 são bem mais seguros que WEP);</li>
<li>Defina uma senha (de novo, vá pelo caminho mais seguro e escolha uma boa senha);</li>
<li>Clique em criar.</li>
</ul>
<p>(Para não lotar o post de imagens que não serão úteis a todos, coloquei uma cópia de tela de cada passo realizado por mim <a href="http://www.flickr.com/photos/panaggio/sets/72157626576390745/with/5695784161/">nesse álbum</a> do Flickr. Acompanhe passo-a-passo por essas imagens.)</p>
<p>Para ver como ficou a minha configuração antes do passo final, veja a imagem abaixo.</p>
<div id="attachment_2033" class="wp-caption aligncenter" style="width: 581px"><a rel="attachment wp-att-2033" href="http://freebird.blog.br/2011/05/21/tutorial-transforme-seu-notebook-com-ubuntu-em-um-roteador-wi-fi/criar-nova-rede-sem-fio_011/"><img class="size-full wp-image-2033 " title="Tela final, com tudo configurado. Agora é só pressionar &quot;Criar&quot; e está tudo pronto :)" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/Criar-nova-rede-sem-fio_011.png" alt="Tela final, com tudo configurado. Agora é só pressionar &quot;Criar&quot; e está tudo pronto :)" width="571" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">Tela final, com tudo configurado. Agora é só pressionar &quot;Criar&quot; e está tudo pronto :)</p></div>
<p>Em outras máquinas, configure a rede recém criada:</p>
<ul>
<li>Clique no ícone de rede no painel com o botão esquerdo;</li>
<li>Procure pela rede sem fio com o nome escolhido anteriormente;</li>
<li>Defina o esquema de segurança escolhido na etapa anterior;</li>
<li>Digite a senha definida na etapa anterior.</li>
</ul>
<p>Com isso, você deve conseguir conectar-se com vários computadores à rede WiFi recém criada.</p>
<p>Para testar a minha rede, eu utilizei outro notebook com Ubuntu e meu N800. Com o notebook funcionou tranquilamente, sem nenhum tipo de problema. Mas no N800 eu não consegui, em hipótese alguma, conectar na rede WPA2 criada no Ubuntu pelo N800. Ainda não consegui entender essa limitação, e mais uma vez, se descobrir o problema (e a solução), atualizo o post. Como alternativa temporária, criei uma rede WEP (<code>freebird-wifi-wep</code>). Nessa nova rede foi possível conectar com o N800 com sucesso.</p>
<div id="attachment_2034" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/panaggio/5711244209/in/photostream"><img class="size-full wp-image-2034 " title="Conectando na rede compartilhada pelo N800" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/screenshot03.png" alt="Conectando na rede compartilhada pelo N800" width="600" height="360" /></a><p class="wp-caption-text">Conectando na rede compartilhada pelo N800</p></div>
<p>Compartilhar rede é uma coisa importante, e em muitos momentos, pode ser o que te salva &#8212; nos salvou o dia de trabalho no Umamão :). Nesse post, você viu como compartilhar, de um jeito bem simples, a rede do seu notebook com Ubuntu para outros dispositivos, por meio do Wi-Fi.</p>
<p>Teve algum problema na configuração do compartilhamento de rede na sua máquina? Quer compartilhar a rede de algum dispositivo e não sabe como? Deixe-nos um comentário! :)
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		<title>Particionamento: Prática</title>
		<link>http://freebird.blog.br/2010/06/27/particionamento-pratica/</link>
		<comments>http://freebird.blog.br/2010/06/27/particionamento-pratica/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 21:20:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vegetando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[cartão sd]]></category>
		<category><![CDATA[cfdisk]]></category>
		<category><![CDATA[GNU/Linux]]></category>
		<category><![CDATA[gparted]]></category>
		<category><![CDATA[hd]]></category>
		<category><![CDATA[Maemo]]></category>
		<category><![CDATA[MeeGo]]></category>
		<category><![CDATA[N800]]></category>
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		<category><![CDATA[n900]]></category>
		<category><![CDATA[particionamento]]></category>
		<category><![CDATA[sfdisk]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://freebird.blog.br/?p=1422</guid>
		<description><![CDATA[No post Particionamento: Teoria foram]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No post <a href="http://freebird.blog.br/2010/06/18/particionamento-teoria/">Particionamento: Teoria</a> foram abordados os motivos para se realizar o particionamento de dispositivos de armazenamento, critérios a serem aplicados no momento de realizá-lo e os conceitos envolvidos nesse processo. Neste  post será exibida a parte prática do particionamento, exemplificada pelo particionamento de um cartão para uso no <a href="#Maemo4">N800/N810</a>. O processo é mostrado em detalhes no próprio aparelho, utilizando o <a href="http://gparted.sourceforge.net/">GParted</a>. Contudo, são mostradas formas alternativas de se fazer o processo em outros sistemas operacionais, incluindo <a href="#Windows">Windows</a>, <a href="#Ubuntu">Ubuntu</a> e <a href="#Maemo5">Maemo 5</a> (no N900).</p>
<p><span id="more-1422"></span></p>
<h2>Particionamento com o GParted</h2>
<div id="attachment_1225" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://gparted.sourceforge.net/"><img class="size-full wp-image-1225" title="GParted - Software aberto e livre para particionamento (http://gparted.sourceforge.net/)" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2009/11/GParted-Original.jpg" alt="GParted - Software aberto e livre para particionamento (http://gparted.sourceforge.net/)" width="300" height="202" /></a><p class="wp-caption-text">GParted - Software aberto e livre para particionamento </p></div>
<p>O <a href="http://gparted.sourceforge.net/">GParted</a> é um programa que oferece um  conjunto variado de operações para dispositivos de armazenamento. Ele oferece uma interface gráfica que permite visualizar dispostivos e manipular as partições existentes. Um dos recursos interessantes é a possibilidade de mover partições, mantendo os dados (mas sempre há um pouco de risco de perdê-los).</p>
<p>Na realidade, o GParted é uma interface Gnome para a biblioteca <a href="http://www.gnu.org/software/parted/api/">libparted</a> (parte do <a href="http://www.gnu.org/software/parted/index.shtml">GNU Parted</a>). Há versões do programa para diferentes distribuições GNU/Linux que, apesar de alguma diferenças visuais em tonalidades, ícones e suavidade das janelas, mantêm o mesmo padrão de interface do programa e as mesmas funcionalidades.</p>
<p>Neste post será mostrado o processo de particionamento de um cartão para o Maemo, tendo como base a divisão proposta no post anterior sobre particionamento.  A configuração montada foi:</p>
<ul>
<li><strong>1 Partição com FAT16 ou FAT32</strong>: reconhecida pelo sistema como o cartão interno, e que é utilizada como área de armazenamento quando o N800 é ligado ao computador como dispositivo de armazenamento. A utilização de um desses formatos é importante para que a partição seja reconhecida por diversos sistemas operacionais, incluindo GNU/Linux, MacOS e Windows. É comum encontrar partições com tamanhos que variam entre 256MB e 1GB. Esse espaço funciona como uma área de transferência de dados, ou pendrive, utilizado a partir do N800.</li>
<li><strong>1 Partição swap</strong>: permite usar o cartão como extensão da memória principal para programas em uso, permitindo que mais aplicativos sejam abertos ainda que a memória RAM seja totalmente usada, mas implicando em uma lentidão maior. Normalmente essa partição é criada com tamanhos entre 128MB e 256MB.</li>
<li><strong> 1 Partição ext2 ou ext3</strong>: é criada de forma a permitir melhor integração com sistemas operacionais GNU/Linux, tendo características importantes como atribuição de restrições e privilégios de acesso, para atender a requisitos de segurança. Esse tipo de partição normalmente é usado para instalar ou clonar o Maemo ou arquivos e aplicativos sejam passados para ele, mantendo as configurações (de segurança) do sistema.</li>
</ul>
<p>Na próxima seção será mostrado o processo de particionamento usando uma <a href="http://tablethacker.com/software/gparted-hack.deb">versão do GParted para o Maemo 4</a>, usado no N800 e no N810. Nas seções seguintes serão vistas formas alternativas de se utilizar o programa no Ubuntu e versões independentes de sistemas operacionais instalados. Para fazer o particionamento nas versões para outros sistemas operacionais podem ser seguidos esses mesmos passos.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #ff0000;">Aviso</span></span>: a exclusão de partições e o processo de formatação <span style="text-decoration: underline;">apagam os dados</span> contidos no cartão. Antes de fazer alterações na forma de particionamento, salve os dados em outro local, caso queira preservá-los. Tudo o que você fizer é por sua conta e risco.</strong></p>
<h3><a name="Maemo4">Maemo (N800 e N810)</a></h3>
<p>No N800 ou N810 é possível instalar o GParted baixando e executando o arquivo <a href="http://tablethacker.com/software/gparted-hack.deb">gparted-hack.deb</a>. Após a instalação ele estará disponível no menu &#8216;Extras&#8217; como &#8216;Partition Editor&#8217;. Ao abrir o aplicativo o cartão interno é mostrado, com as partições já existentes.</p>
<div id="attachment_1226" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img class="size-full wp-image-1226" title="Visualização de um cartão no GParted usado no Maemo" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2009/11/GParted1.jpg" alt="Visualização de um cartão no GParted usado no Maemo" width="550" height="330" /><p class="wp-caption-text">Visualização de um cartão no GParted usado no Maemo</p></div>
<p>Se o cartão a ser manipulado for outro, basta acessar o menu principal com</p>
<ul>
<li> &#8216;GParted&#8217; -&gt; &#8216;Dispostivos&#8217; -&gt; cartão a ser escolhido.</li>
</ul>
<p>Se o cartão tiver sido inserido depois ou não for reconhecido, tente a opção &#8216;Atualizar Dispositivos&#8217; para que o aplicativo o reconheça.</p>
<div id="attachment_1231" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img class="size-full wp-image-1231" title="GParted - Seleção de dispositivo para o particionamento." src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2009/11/GParted0.jpg" alt="GParted - Seleção de dispositivo para o particionamento." width="550" height="330" /><p class="wp-caption-text">GParted - Seleção de dispositivo para o particionamento.</p></div>
<div id="attachment_1232" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-1232" title="GParted - Cartão com as partições excluídas" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2009/11/GParted2.jpg" alt="GParted - Cartão com as partições excluídas" width="300" height="180" /><p class="wp-caption-text">GParted - Cartão com as partições excluídas</p></div>
<p>Caso o cartão já tenha alguma partição, o primeiro passo para iniciar a configuração planejada é excluir a partição existente. Selecione o único item que há desenhado e escolha excluir. Após a remoção aparecerá uma área cinza indicando o tamanho do cartão e informando que o espaço não está alocado.</p>
<p>Para criar uma nova partição, clique sobre a área cinza, em seguida clique no botão &#8216;Novo&#8217; e então preencha os dados equivalentes. Para o exemplo foi utilizado o sistema de arquivos FAT16, em função do uso de 512MB para o tamanho da partição. Para o espaço livre antes e após foram mantidos os atribuídos ou calculados pelo programa.</p>
<p>No N800  não é oferecida uma forma de digitar diretamente o número referente ao tamanho da partição. Para facilitar o processo, basta clicar sobre a barra que representa a partição e redimensioná-la . O ajuste fino do valor pode ser feito com as setas para cima ou para baixo, presentes ao lado do número. Outras opções são o uso de um teclado externo (<a href="http://freebird.blog.br/2010/05/12/como-usar-mouse-teclado-e-pendrive-no-n800n810-usando-usb-host/">USB</a> ou <a href="http://freebird.blog.br/2009/09/09/configurar-teclado-bluetooth-com-perfil-spp-no-nokia-n800n810/">Bluetooth</a>) ou do <a href="http://freebird.blog.br/2009/09/03/usando-o-synergy-para-compartilhar-teclado-e-mouse-entre-computador-e-n800n810/">synergy</a>.</p>
<div id="attachment_1233" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img class="size-full wp-image-1233" title="GParted - Criação de uma partição FAT 16" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2009/11/GParted4.jpg" alt="GParted - Criação de uma partição FAT 16" width="550" height="330" /><p class="wp-caption-text">GParted - Criação de uma partição FAT 16</p></div>
<p>A segunda partição será a de swap. Para criá-la é só seguir os passos anteriores, atribuindo como o tamanho 256MB, adotando a partição como primária, seu sistema de arquivos como Linux-swap e mantendo os valores de espaço livre antes e após como os definidos originalmente. Para isso, selecione a área cinza, logo após a opção &#8216;Nova&#8217; e então insira os dados.</p>
<div id="attachment_1234" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img class="size-full wp-image-1234" title="GParted - Criação de uma partição para SWAP" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2009/11/GParted5.jpg" alt="GParted - Criação de uma partição para SWAP" width="550" height="330" /><p class="wp-caption-text">GParted - Criação de uma partição para SWAP</p></div>
<p>Com o espaço restante do cartão pode ser criada a partição de dados. A partição também é criada como primária e tem como sistema de arquivos o ext2.</p>
<div id="attachment_1235" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img class="size-full wp-image-1235" title="GParted - Criação da partição para dados" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2009/11/GParted6.jpg" alt="GParted - Criação da partição para dados" width="550" height="330" /><p class="wp-caption-text">GParted - Criação da partição para dados</p></div>
<p>Com todas as configurações feitas, confira os valores e, se tiver certeza, aplique as alterações. É neste momento que as mudanças serão aplicadas e que <strong>todos os dados do cartão serão apagados</strong>. Para confirmar as alterações acesse no menu</p>
<ul>
<li> &#8216;Editar&#8217; -&gt; &#8216;Aplica todas as operações&#8217;.</li>
</ul>
<div id="attachment_1269" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img class="size-full wp-image-1269" title="GParted - Opção para aplicar modificações configuradas" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2009/12/screenshot25.jpg" alt="GParted - Opção para aplicar modificações configuradas" width="550" height="330" /><p class="wp-caption-text">GParted - Opção para aplicar modificações configuradas</p></div>
<p>Manter a partição swap entre a partição usada para ser reconhecida como pendrive (para a troca de dados com vários sistemas) e a de dados é interessante para permitir um ajuste posterior, caso seja necessário. Por exemplo, caso seja necessário ter mais memória virtual, é possível diminuir a partição &#8216;Transferẽncia&#8217; e aumentar o tamanho da &#8216;swap&#8217;. Se o caso for contrário, a memória virtual não for muito utilizada e existir a demanda maior por espaço de compartilhamento de dados, basta diminuir ou remover a partição swap. A partição de dados pode ser usada da mesma forma com relação a swap, aumentando o diminuindo seu tamanho com modificação da partição que a precede no dispositivo de armazenamento. Nesse caso isso não parece tão útil, já que a área de swap é pequena. Em outras circunstâncias, essa é uma boa dica.</p>
<p><strong>Observação</strong>: Arredondar para cilindros ou &#8220;<em>round to cylinders</em>&#8221; é uma opção que aparece nas janelas de criação e edição de partição. Apesar de o conceito de &#8216;cilindros&#8217; não ser aplicado a cartões, essa opção deve ser usada com cuidado nos casos de modificação de partições. Se uma partição for redimensionada e a opção de arredondar para cilindros estiver habilitada, é possível que a partição seja movida para ser alocada no limite do cilindro. Além de fazer com que o processo de modificação seja mais lento, já que envolverá a mudança dos dados, é possível que ocorram problemas, como ocorre ao <a href="http://ubuntuforums.org/showthread.php?t=1261173#7">modificar uma partição do Windows Vista</a>.</p>
<p>Sendo mais enfático, a pedido do Panaggio, deve-se evitar mover partições NTFS e outros padrões fechados. Como não se conhece totalmente a especificação destes padrões há um grande risco de o processo apresentar alguma falha.</p>
<h3><a name="Ubuntu">Ubuntu</a></h3>
<p>O GParted já está disponível na versão <a href="https://help.ubuntu.com/community/LiveCD">Live CD do Ubuntu</a>, que pode ser executada a partir do CD de instalação. Caso o programa não esteja disponível a partir do sistema já instalado, é possível adicioná-lo a partir do terminal executando o comando:</p>
<pre class="brush: shell">sudo apt-get install gparted</pre>
<p>Após a instalação ele pode ser acessado em</p>
<ul>
<li> &#8220;Sistema&#8221; -&gt; &#8220;Administração&#8221; -&gt; &#8220;Editor de Partições&#8221;.</li>
</ul>
<p>A interface é a idêntica à versão presente no Maemo. Para selecionar um dispositivo, é preciso apenas selecionar seu nome na lista à direita. Se o cartão for acessado a partir de um leitor que é visto pelo sistema como um pendrive, o dispositivo deve ser listado normalmente. No entanto, para conseguir selecionar o cartão a partir do leitor integrado ao notebook, por exemplo, talvez não seja possível apenas atualizar a lista de dispositivos pelo menu. Para conseguir editar o cartão é preciso ir no terminal e digitar:</p>
<pre class="brush: shell">sudo gparted /dev/mmcblk0</pre>
<p>Nesse caso, o primeiro cartão disponível será aberto e selecionado pelo GParted. Para saber qual cartão deve ser chamado, basta executar no terminal:</p>
<pre class="brush: shell">ls /dev/mmc*</pre>
<p>Com isso devem ser exibidos os cartões presentes, como:</p>
<blockquote><p>/dev/mmcblk0  /dev/mmcblk0p1</p></blockquote>
<p>A listagem inclui os cartões e suas partições. Cada cartão deve aparecer como <em>mmcblk<strong>X</strong></em>, onde X é um número inteiro que começa em 0 e incrementa a cada cartão diferente presente. As partições são mostradas no formato <em>mmcblk<strong>X</strong>p<strong>Y</strong></em>, onde X é o cartão e Y é o número que identifica a partição. Tanto o cartão quanto a partição podem ser usados no momento de executar o comando que abre o GParted, mas caso a partição seja escolhida, apenas ela estará disponível para edição.</p>
<p>Ao abrir a partir do comando do terminal, GParted seleciona o cartão definido e mostra suas configurações.</p>
<div id="attachment_1236" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img class="size-full wp-image-1236" title="GParted no Ubuntu" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2009/11/GParted-Ubuntu.jpg" alt="GParted no Ubuntu" width="550" height="355" /><p class="wp-caption-text">GParted no Ubuntu</p></div>
<p>Como é comum que o Ubuntu monte automaticamente os dispositivos inseridos no computador, é provável que o cartão já esteja montado. Para fazer qualquer alteração, é preciso clicar sobre um dos itens mostrados na lista de partições e solicitar sua desmontagem.</p>
<h3><a name="Alternativas">GParted &#8211; Alternativas para outros Sistemas Operacionais</a></h3>
<p>Para aqueles que não têm uma distribuição GNU/Linux como o Ubuntu instalada, existem outras formas de se executar o GParted, como pelas opções de Live CD, USB e disquete. O próprio Ubuntu pode ser <a href="http://www.ubuntu.com/desktop/get-ubuntu/download">gravado em um CD e ser executado</a> em um computador sem precisar ser instalado. Isso já garante a opção de usar o GParted para fazer o particionamento de cartões ou de discos.</p>
<div id="attachment_1253" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-1253" title="GParted Live - Sistema Operacional básico" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2009/12/shot1.jpg" alt="GParted Live - Sistema Operacional básico" width="300" height="176" /><p class="wp-caption-text">GParted Live - Sistema Operacional básico</p></div>
<p>Uma opção semelhante, mas ainda mais leve, é o <a href="http://gparted.sourceforge.net/livecd.php">GParted Live</a>. Assim como o Ubuntu, ele pode ser colocado em um CD, pendrive ou cartão para que o usuário dê boot a partir dele. O programa vem em uma imagem própria para gravação em CD, mas pode ser gravado em um pendrive ou cartão SD usando o <a href="http://unetbootin.sourceforge.net/">UNetbootin</a>, disponível para Windows e GNU/Linux. Com isso, uma distribuição GNU/Linux é inicializada e abre automaticamente uma versão do GParted para o gerenciamento de um dispositivo de armazenamento.</p>
<p>O processo de inicialização do GParted Live exige interação com o usuário em 3 momentos. No primeiro solicita a escolha da forma de configuração do teclado. Em seguida, solicita a escolha de um idioma (a opção 01 é para o português do Brasil). Por fim,  dá opções para o modo de inicialização, cuja opção padrão deve funcionar bem para a maioria dos computadores e pode ser escolhida pressionando ENTER.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1254" title="GParted Live - Visualização do cartão pelo particionador" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2009/12/shot3.jpg" alt="GParted Live - Visualização do cartão pelo particionador" width="550" height="346" /></p>
<p>Uma terceira opção é o <a href="http://superdownloads.uol.com.br/download/115/gparted-live-usb/#">GParted Live USB</a>, já pronto para ser copiado para um pendrive para abrir o sistema com o GParted. Apesar do processo de configuração do pendrive ser simplificado, há um número maior de perguntas durante a inicialização do sistema, que envolve configuração do vídeo e outras opções. Em comparação com o GParted Live, essa opção inclui mais aplicativos no sistema operacional carregado, incluindo um gerenciador de arquivos e um editor de texto com interface gráfica.</p>
<div id="attachment_1255" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img class="size-full wp-image-1255" title="GParted Live USB - Desktop e Particionador" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2009/12/LiveUSB.jpg" alt="GParted Live USB - Desktop e Particionador" width="550" height="205" /><p class="wp-caption-text">GParted Live USB - Desktop e Particionador</p></div>
<p>Todas as opções de execução do GParted possuem o mesmo modo de funcionamento apresentado para a versão do Maemo. Para fazer o particionamento ou formatação de um dispositivo de armazenamento, é possível seguir as recomendações feitas na seção do sistema operacional do N800/N810.</p>
<h2><strong>Particionadores em outros sistemas operacionais</strong></h2>
<p>Em algumas situações é possível evitar o trabalho de utilizar um outro sistema operacional ou  opção Live CD para e realizar alguma operação envolvendo partições no sistema operacional que se tem disponível. Algumas vezes as opções apresentadas pelos sistemas são limitadas, mas podem permitir realizar a ação que se quer no momento.</p>
<h3><a name="Windows">Gerenciamento de Disco do Windows</a></h3>
<p>O Windows tem seu gerenciador de disco que permite visualizar os dispositivos de armazenamento e as partições criadas. Porém, o programa é limitado aos sistemas de arquivo trabalhados pelo Windows, como FAT16, FAT32 e NTFS.</p>
<div id="attachment_1238" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img class="size-full wp-image-1238" title="Particionamento no Windows" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2009/11/Particionamento.jpg" alt="Particionamento no Windows" width="550" height="325" /><p class="wp-caption-text">Particionamento no Windows</p></div>
<p>Ao testar a modificação das partições criadas pelo GParted, o Gerenciador de Disco do Windows XP apagou todas as partições do cartão, essencialmente por conter sistemas de arquivos não reconhecidos (como o EXT2). Apesar do número limitado de sistemas de arquivos suportados, o gerenciador é interessante para particionar e formatar discos e cartões de memória que utilizem FAT e NTFS como sistema de arquivos.</p>
<p><em>Disclaimer: se dependesse do panaggio, isso não estaria aqui :o)</em></p>
<h3><a name="Maemo5">Particionamento no Maemo 5 (N900)</a></h3>
<div id="attachment_1451" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/SFDisk.jpg"><img class="size-full wp-image-1451" title="SFDisk no N900" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/SFDisk.jpg" alt="SFDisk no N900" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">SFDisk no N900</p></div>
<p>No N900 há pelo menos duas opções disponíveis para se realizar o particionamento. A primeira opção é o <a href="http://linuxreviews.org/man/sfdisk/">sfdisk</a> que oferece recursos para manipular a tabela de partições no GNU/Linux. A interface é apresentada em modo texto e não oferece as operações de uma forma muito intuitiva, o que deve exigir cuidado extra ao realizar o particionamento.</p>
<p>Outra opção disponível para o Maemo 5 é o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cfdisk">cfdisk</a> que não chega a ter uma interface tão intuitiva quanto o GParted, mas é mais fácil de se usar do que o sfdisk. Para usá-la no N900 é preciso habilitar o repositório extras-devel e executar no terminal:</p>
<pre class="brush: shell">

root

apt-get install cfdisk
</pre>
<p>Porém, como <a href="http://talk.maemo.org/showpost.php?p=548186&amp;postcount=4">alertado no maemo.org</a>, o cfdisk precisa ser usado com cuidado, já que está em uma versão de desenvolvimento e pode apresentar bugs. Neste ponto o sfdisk parece ser a opção mais estável, apesar de menos intuitiva.</p>
<p>Para usar o sfdisk e o cfdisk é preciso abrir o terminal e executar o programa com uma referência ao dispositivo que será particionado, da mesma forma realizada para executar o GParted no Ubuntu . Por exemplo, para executar o cfdisk com o cartão de memória é preciso fazer no terminal:</p>
<pre class="brush: shell">

cfdisk /dev/mmcblk1
</pre>
<p>Após sua execução é apresentada a tela inicial do particionador, com um menu que apresenta opções navegáveis com os botões do teclado.</p>
<div id="attachment_1452" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/CFDisk1.jpg"><img class="size-full wp-image-1452" title="CFDisk no N900 (Maemo 5)" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/CFDisk1.jpg" alt="CFDisk no N900 (Maemo 5)" width="550" height="330" /></a><p class="wp-caption-text">CFDisk no N900 (Maemo 5)</p></div>
<p>Um bom tutorial sobre o cfdisk pode ser encontrado no <a href="http://www.gdhpress.com.br/entendendo/leia/index.php?p=cap3-10">Guia do Hardware</a>.</p>
<h3>Particionamento no Maemo 4</h3>
<p>Para quem desejar outras opções para o Maemo 4, além do GParted, existem o <a href="http://tldp.org/HOWTO/Partition/fdisk_partitioning.html">Fdisk</a> e o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cfdisk">Cfdisk</a>, que trabalham em modo texto. Uma forma de usá-los no Maemo é instalando o <a href="http://tablethacker.com/software/console-tools.deb">console-tools</a> que possui ferramentas úteis para serem usadas no processo de clonagem do sistema operacional para o cartão, além dos próprios particionadores. Alguns exemplos de como utilizá-los podem ser vistos em: <a href="http://tldp.org/HOWTO/Partition/fdisk_partitioning.html">fdisk</a> (em inglês) e <a href="http://www.gdhpress.com.br/entendendo/leia/index.php?p=cap3-10">cfdisk</a> (em português).</p>
<h2>Conclusões</h2>
<p>Apesar de não estar disponível em sistemas não GNU/Linux, como o Windows, o GParted oferece uma opção completa para o particionamento e formatação de dispositivos de armazenamento. As opções que executam a partir de mídias &#8220;bootáveis&#8221; oferecem uma boa alternativa para sistemas que não possuem um bom particionador incorporado.</p>
<p>A versão do GParted para o Maemo 4 é tão completa e intuitiva quanto as apresentadas em outros sistemas operacionais, como o Ubuntu. Para quem deseja um outro particionador no N800/N810 há opções como o fdisk e o cfdisk. Este último também está disponível no Maemo 5 e, junto com o sfdisk, permitem particionar meios de armazenamento em massa no N900.
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		<title>Particionamento: Teoria</title>
		<link>http://freebird.blog.br/2010/06/18/particionamento-teoria/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Jun 2010 02:04:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vegetando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[cartão]]></category>
		<category><![CDATA[GNU/Linux]]></category>
		<category><![CDATA[gparted]]></category>
		<category><![CDATA[Maemo]]></category>
		<category><![CDATA[MeeGo]]></category>
		<category><![CDATA[N800]]></category>
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		<category><![CDATA[os2008]]></category>
		<category><![CDATA[particionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://freebird.blog.br/?p=1220</guid>
		<description><![CDATA[Ao comprar um cartão de]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1228" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-1228" title="Uso de cartões no N800" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2009/11/N800eCartoes.jpg" alt="Uso de cartões no N800" width="300" height="240" /><p class="wp-caption-text">Uso de cartões no N800</p></div>
<p>Ao comprar um cartão de memória, disco rígido, pendrive ou outro dispositivo de memória de massa o mais comum é ter uma única partição que oferece toda a capacidade de armazenamento. Pode acontecer pior: o dispositivo vir sem qualquer partição. De acordo com a finalidade de uso do dispositivo, é interessante modificar seu estado original de forma que ele separe o conteúdo armazenado em diferentes unidades lógicas. Esse processo de divisão do espaço de armazenamento é chamado particionamento.</p>
<p><span id="more-1220"></span></p>
<p>O particionamento pode ser aplicado para diferentes dispositivos de armazenamento e para uso em computadores e outros dispositivos. De modo geral, algumas das vantagens que podem ser obtidas são:</p>
<ul>
<li><strong>Separar dados do sistema e dados do usuário</strong>: se o sistema operacional tem algum problema ou precisa ser alterado de alguma forma, apenas sua partição é modificada, preservando os dados do usuário;</li>
<li><strong>Instalar diversos sistemas operacionais</strong>: permitir que mais de um sistema seja instalado, mantendo o isolamento dos dados entre eles e usando a estruturação de armazenamento adequada;</li>
<li><strong>Obter características diferentes para o gerenciamento</strong>: é possível ter uma partição que valorize velocidade de leitura e gravação enquanto outra garante que os dados não sejam perdidos em caso de falhas.</li>
</ul>
<p>Tratando de cartões e memórias de dispositivos com o Maemo (usado no N800, N810 e N900), há diversas situações em que o particionamento ou mudança de sistema de arquivos podem ser úteis, como:</p>
<ul>
<li><strong>Instalar mais de um sistemas operacional</strong>: Ter ao mesmo tempo mais de um sistema como o <a href="http://maemo.org/">Maemo</a>, <a href="http://dev.openbossa.org/trac/mamona/">Mamona</a>, <a href="http://wiki.maemo.org/Mer">Mer</a>, <a href="http://meego.com/">MeeGo</a> e <a href="http://www.android.com/">Android</a>;</li>
<li><strong>Clonar o sistema para o cartão</strong>: Ter uma cópia executável do sistema instalado na <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Read-only_memory">ROM</a> para a ter um sistema de alternativo em caso de falha ou para tirar proveito da maior capacidade do cartão para instalar programas;</li>
<li><strong>Montar uma organização diferente de arquivos</strong>: separar arquivos em divisões diferentes dos cartões, para organização dos dados, uso por sistemas diferentes ou outras finalidades;</li>
<li><strong>Preparar o cartão para receber a instalação de programas</strong>: utilizar o espaço do cartão para a instalação de programas, livrando-se do limite atribuído originalmente ao Maemo na memória ROM;</li>
<li><strong>Criar espaço para que um sistema operacional o reconheça como pendrive</strong>: o cartão em uso pelo N800 pode ser reconhecido por diferentes sistemas operacionais, incluindo o Windows, como um pendrive caso esteja formatado com FAT16 ou FAT32;</li>
<li><strong>Criar área de memória virtual</strong>: criar uma partição <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Swap_space">SWAP</a> que pode ser utilizada como memória RAM e assim permitir que mais programas sejam abertos ao mesmo tempo (com uma queda de desempenho).</li>
</ul>
<p>Além das necessidades de particionamento, pode ser necessário fazer apenas a formatação do cartão para apagar suas informações. Antes de partir para a prática, que será vista em um post futuro, serão explicados alguns conceitos relacionados a partições e sistemas de arquivos.</p>
<h2>Partições</h2>
<p>Partições são formas de dividir o espaço de um dispositivo de armazenamento. Cada partição tem associado, direta ou indiretamente,  um sistema de arquivos, que é a forma pela qual os dados serão gravados. A variação de uso de partições e de sistemas de arquivos pode ser influenciada por diversas razões, que incluem o sistema operacional utilizado, o tipo de dispositivo/mídia e a finalidade de uso.</p>
<p>De acordo com <a href="http://brunotorres.net/particionamento-disco">Bruno Torres</a>, as partições podem ser classificadas como:</p>
<ul>
<li><strong>Primária</strong>: são partições que podem ser usadas para instalar um sistema operacional. Em um disco pode existir no mínimo 1 partição primária e no máximo 4. Se 4 partições primárias forem criadas, nenhuma outra, primária ou não, poderá ser adicionada;</li>
<li><strong>Estendida</strong>: a partição estendida é um tipo especial de partição primária que permite que outras partições secundárias (chamadas partições lógicas) sejam criadas. Assim, caso seja necessário mais do que 4 partições sejam criadas em um disco, basta criar 3 primárias e 1 estendida, sendo que a última poderá conter mais do que uma partição lógica;</li>
<li><strong>Lógica</strong>: como uma forma de ir além das 4 partições primárias que podem ser atribuídas a um disco, é possível criar até 16 partições lógicas dentro de uma partição estendida.</li>
</ul>
<p>Assim, em um disco pode-se criar 3 partições primárias, 1 estendida e 16 partições lógicas, num total de 19 partições que serão diferenciadas pelo sistema para a gravação de arquivos. A partição estendida não será considerada, apenas as lógicas que estarão nela.</p>
<h2>Sistemas de Arquivos</h2>
<p>Outra informação importante a ser definida com relação às partições é o sistema de arquivos que será utilizado. Existem vários <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Comparison_of_file_systems">sistemas de arquivos</a>, como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/FAT16">FAT16</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/FAT32">FAT32</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ext2">ext2</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ext3">ext3</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ntfs">NTFS</a> . <strong>O que define qual deles utilizar é o sistema operacional a ser utilizado, as características da mídia e o objetivo de uso</strong>. Por exemplo, o Windows XP só reconhece FAT e NTFS, então escolher um desses sistemas de arquivos é importante para fazer sua instalação.</p>
<p>Outros fatores que podem ser determinantes são limitações de armazenamento, como o tamanho máximo de uma partição ou arquivo, e a necessidade de ter uma característica específica, como atribuição de permissões de acesso, a capacidade de manter um registro das ações feitas no disco (<em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Journaling_file_system">journaling</a></em>), para facilitar a recuperação em caso de falhas,  e a menor influência por problemas de fragmentação de dados. A variação dessas características pode ser notada na tabela apresentada abaixo (mais detalhes em <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Comparison_of_file_systems">Comparison of File Systems</a></em>).</p>
<table style="border-style: solid;" border="1">
<tbody>
<tr>
<th style="text-align: center;" rowspan="2">Sistema de Arquivos</th>
<th style="text-align: center;" colspan="3">Tamanho Máximo</th>
<th style="text-align: center;" rowspan="2"><em>Journaling</em></th>
<th style="text-align: center;" rowspan="2">Controle de Acesso</th>
</tr>
<tr>
<th style="text-align: center;">Nome de Arquivo</th>
<th style="text-align: center;">Arquivo</th>
<th style="text-align: center;">Volume</th>
</tr>
<tr>
<td>FAT16</td>
<td>255 com UTF-16</td>
<td>2GB</td>
<td>2GB</td>
<td>Não</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>FAT32</td>
<td>255 com UTF-16</td>
<td>4GB</td>
<td>8TB</td>
<td>Não</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>NTFS</td>
<td>226</td>
<td>16EB</td>
<td>16EB</td>
<td>Sim</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>EXT2</td>
<td>255</td>
<td>16GB a 2TB</td>
<td>2TB a 32TB</td>
<td>Não</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>EXT3</td>
<td>255</td>
<td>16GB a 2TB</td>
<td>2TB a 32TB</td>
<td>Sim</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>EXT4</td>
<td>255</td>
<td>16GB a 16TB</td>
<td>1EB</td>
<td>Sim</td>
<td>Sim</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2>Particionamento para o N800/N810</h2>
<p>Para exemplificar a importância de se levar em consideração o número de partições e os sistemas de arquivos utilizados pode ser dado o exemplo de particionamento de um cartão para uso no N800, comumente usado para  clonar o sistema operacional &#8211; uma opção comum para permitir a instalação de vários aplicativos sem se limitar aos 256MB de espaço disponíveis no N800. Uma configuração que pode ser utilizada para um cartão é:</p>
<ul>
<li><strong>1 Partição com FAT16 ou FAT32</strong>: reconhecida pelo sistema como o cartão interno, e que é utilizada como área de armazenamento quando o N800 é ligado ao computador como dispositivo de armazenamento. A utilização de um desses formatos é importante para que a partição seja reconhecida por diversos sistemas operacionais, incluindo GNU/Linux, MacOS e Windows. É comum encontrar partições com tamanhos que variam entre 256MB e 1GB. Esse espaço funciona como uma área de transferência de dados, ou pendrive, utilizado a partir do N800.</li>
<li><strong>1 Partição SWAP</strong>: permite usar o cartão como extensão da memória principal para programas em uso, permitindo que mais aplicativos sejam abertos ainda que a memória RAM seja totalmente usada, mas implicando em uma lentidão maior. Normalmente essa partição é criada com tamanhos entre 128MB e 256MB.</li>
<li><strong> 1 Partição ext2 ou ext3</strong>: é criada de forma a permitir melhor integração com sistemas operacionais GNU/Linux, tendo características importantes como atribuição de restrições e privilégios de acesso, para atender a requisitos de segurança. Esse tipo de partição normalmente é usado para instalar ou clonar o Maemo ou arquivos e aplicativos sejam passados para ele, mantendo as configurações do sistema.</li>
</ul>
<h2>Ext2 e ext3: integridade do cartão vs integridade dos dados</h2>
<p>A principal diferença entre os sistemas de arquivo ext2 e ext3 é o suporte a <em>journaling</em> existente apenas no segundo formato. O <em>journaling</em> é um recurso que diminui a possibilidade de se perder dados e alterações feitas no dispositivo de armazenamento. Qualquer alteração a ser realizada no disco é registrada anteriormente em um &#8220;arquivo de log&#8221; (o <em>journal</em>). Assim, caso ocorra algum tipo de problema durante as ações (como desligamento do sistema por queda de energia ou falha), existe um registro das ações que deveriam ser feitas, permitindo que o estado original seja recuperado ou que todas as alterações que deveriam ser feitas, pelo menos as registradas no log, sejam realizadas.</p>
<p>Apesar da vantagem em ter maior confiança na integridade dos dados, <strong>o uso de <em>journaling</em> implica no aumento de gravações feitas no dispositivo de armazenamento</strong>. <strong>Para cartões de memória isso é uma desvantagem</strong> porque esse tipo de mídia tem um<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Flash_memory#Memory_wear"> ciclo estimado de vida de 100.000 gravações</a>. Assim, diminuir a quantidade de gravações nos cartões é uma medida interessante para aumentar a vida útil do dispositivo e o tempo estimado para considerá-lo <span style="text-decoration: line-through;">um disquete</span> não confiável.</p>
<p>O ext2 pode ser a melhor escolha caso o cartão seja utilizado para guardar informações que não são críticas e que podem ser recuperadas por outras fontes. Por exemplo, um cartão que seja utilizado para guardar músicas ou documentos de baixa importância que têm cópias em computadores ou outros locais. Se ocorrer algum problema e algum arquivo for perdido, basta fazer uma nova cópia da fonte.</p>
<p>O ext3 deve ser mais útil quando o aparelho é usado para gerar ou guardar dados que fiquem guardados apenas nele ou que em outro momento poderão ser salvos em outros locais. Assim, pode ser mais interessante assegurar que os dados estejam íntegros até que se possa fazer a replicação para outros lugares ao invés de se preocupar com o tempo de vida do cartão. Afinal, um cartão de memória não é o lugar mais indicado para deixar dados importantes e é sempre bom fazer backup.</p>
<h2>Conclusões</h2>
<p>É comum manter uma única partição para o uso de cartões em celulares, câmeras e outros dispositivos. Muitas vezes essa mesma situação ocorre com o uso de pendrives e HDs, sem que o usuário faça alguma alteração na forma como os dados estão organizados no meio de armazenamento. No entanto, a partir do momento que se cria a necessidade de separar dados de aplicações, ou de fazer um tratamento diferenciado para o dispositivo de armazenamento, surge a necessidade de se lidar com partições.</p>
<p>Neste primeiro post foram abordados os aspectos teóricos do particionamento, como motivos para fazê-lo e critérios a serem aplicados no momento de realizá-lo. Em um próximo post será exibido o particionamento de um cartão no N800 e a forma de se fazer o mesmo processo em diversos sistemas operacionais, incluindo Windows, Ubuntu e Maemo 5 (no N900).
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		</item>
		<item>
		<title>Como configurar o Controle Sixaxis do Playstation 3 no N900</title>
		<link>http://freebird.blog.br/2010/05/31/como-configurar-o-controle-sixaxis-do-playstation-3-no-n900/</link>
		<comments>http://freebird.blog.br/2010/05/31/como-configurar-o-controle-sixaxis-do-playstation-3-no-n900/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 May 2010 23:54:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vegetando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Acessórios]]></category>
		<category><![CDATA[Bluetooth]]></category>
		<category><![CDATA[maemo 5]]></category>
		<category><![CDATA[n900]]></category>
		<category><![CDATA[playstation 3]]></category>
		<category><![CDATA[sixaxis]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://freebird.blog.br/?p=1479</guid>
		<description><![CDATA[Não é novidade que o]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1483" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/N900-Sixaxis.jpg"><img class="size-full wp-image-1483" title="Usando o controle do PS3 no N900" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/N900-Sixaxis.jpg" alt="Usando o controle do PS3 no N900" width="300" height="220" /></a><p class="wp-caption-text">Usando o controle do PS3 no N900</p></div>
<p>Não é novidade que o N900 conta com vários recursos para se jogar. Dentro das características de <em>hardware</em> o aparelho possui bom processador, quantidade satisfatória de RAM, acelerador gráfico e saída para TV. Para se beneficiar destes recursos o aparelho já apresenta boas opções de programas. Entre eles estão disponíveis <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Emulador">emuladores</a> para <a href="http://maemo.org/downloads/product/Maemo5/drnoksnes/">Super Nintendo</a>, <a href="http://tomasz.sterna.tv/2010/03/psx4all-maemo-edition/">Playstation</a>, <a href="http://maemo.org/downloads/product/Maemo5/vgba/">Game Boy Advance</a>, <a href="http://maemo.org/downloads/product/Maemo5/picodrive/">Mega Drive</a> e <a href="http://tomasz.sterna.tv/2010/04/uae-maemo-edition/">Amiga</a>,  além dos jogos lançados para a própria plataforma (<a href="http://maemo.nokia.com/maemo-select/applications/airport-touch">Airport Touch</a>, <a href="http://maemo.nokia.com/maemo-select/applications/angry-birds-free">Angry Birds</a>, <a href="http://maemo.nokia.com/maemo-select/applications/bounce-evolution">Bounce Evolution</a>, &#8230; ).</p>
<p><span id="more-1479"></span></p>
<p>Quando se tratata de jogos lançados para a própria plataforma (Maemo 5) é comum que os controles sejam feitos aproveitando os recursos naturais do dispositivo, como a tela touchscreen e o sensor de movimento. Para os emuladores, contudo, a situação é diferente. Os movimentos e comandos dos jogos levam em consideração os botões dos controles originais de sua plataforma e, por isso, não se adaptam tão bem aos recursos naturais do aparelho. Para se ter uma idéia,  no SNES eram 6 botões, além do direcional, do <em>Select</em> e do <em>Start</em>. O controle para o Playstation possui 10 botões, sem contar direcionais, analógicos e botões de controle do jogo. Assim, mais natural do que mapear todos os botões para o teclado do N900 é utilizar o próprio controle do console para jogar os emuladores.</p>
<p>Neste post será apresentado o tutorial para configuração do controle do Playstation 3 no N900. Ainda que o controle seja de uma linha de videogames, seu uso em jogos de outras plataformas é de fácil adaptação e pode ser configurado dentro das opções de controle dos emuladores. O post foi montado tendo como base o <a href="http://tomasz.sterna.tv/2010/02/play-games-on-nokia-n900-with-ps3-sixaxis-controller/">tutorial</a> de uso do sixaxis no N900 e complementado com informações de configuração para o Windows, apresentadas neste <a href="http://forum.zwame.pt/showthread.php?t=332554">fórum</a>. Para uma leitura mais direta e em inglês, vá direto às fontes :).</p>
<h2>1 &#8211; Obter o endereço MAC do Bluetooth do N900</h2>
<p>O primeiro passo para a configuração é obter o endereço Bluetooth do aparelho. No N900, vá em &#8216;Configurações&#8217;,  depois em &#8216;Acerca do Produto&#8217; e anote o endereço Bluetooth disponível no formato XX:XX:XX:XX:XX:XX.</p>
<div id="attachment_1489" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/N900-EnderecoBluetooth.jpg"><img class="size-full wp-image-1489" title="Endereço Bluetooth do N900" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/N900-EnderecoBluetooth.jpg" alt="Endereço Bluetooth do N900" width="550" height="330" /></a><p class="wp-caption-text">Endereço Bluetooth do N900</p></div>
<h2>2 &#8211; Configure o Controle</h2>
<p>O segundo passo é configurar o controle para reconhecer o N900 como o console. Esse mesmo passo é executado quando se usa o controle no Playstation 3 pela primeira vez. É preciso ligar o controle ao console usando o cabo USB, para que o endereço Bluetooth do aparelho seja registrado no controle. O que será feito é o mesmo, só que com o N900. O processo será mostrado para o Ubuntu e para o Windows XP. Se nenhum dos dois sistemas estiver disponível há a opção de se usar uma versão <a href="http://www.ubuntu.com/GetUbuntu/download">Live CD do Ubuntu</a>, que pode ser executada sem alterar o estado do sistema. Este processo precisa ser feito apenas uma vez, desde que o controle não seja usado em outro dispositivo (incluindo o próprio PS3).</p>
<h3>2.1 Ubuntu</h3>
<p>Use o programa sixpair para associar o endereço Bluetooth ao controle. Para isso, abra o terminal e execute os comandos:</p>
<pre class="brush: shell">
sudo apt-get install libusb-dev
wget http://www.pabr.org/sixlinux/sixpair.c
gcc sixpair.c -lusb -o sixpair
</pre>
<p>Os comandos irão: instalar o <a href="http://packages.ubuntu.com/lucid/libusb-dev">libusb-dev</a>, baixar o código do programa sixpair e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Compilador">compilá-lo</a>. O libusb-dev é uma biblioteca para lidar com dispositivos USB em alto nível, utilizada pelo sixpair para trabalhar com a interface USB do controle.</p>
<p>Após executar o comando, conecte o controle do PS3 no computador usando o cabo USB e execute o programa informando o endereço bluetooth do N900. Para isso, execute o comando abaixo no terminal, modificando o código de formato XX:XX:XX:XX:XX:XX, anotado anteriormente:</p>
<pre class="brush: shell">
sudo ./sixpair XX:XX:XX:XX:XX:XX
</pre>
<h3>2.2 Windows XP</h3>
<p>No Windows o processo é um pouco mais trabalhoso e pode ser feito com os seguintes passos:</p>
<ol>
<li> Faça o download do <a href="http://www.sendspace.com/file/6jsfg2">pacote de programas</a> e extraia seu conteúdo para uma pasta;</li>
<li>Execute o arquivo &#8216;libusb-win32-filter-bin-0.1.10.1.exe&#8217; para fazer sua instalação;</li>
<li>Abra a pasta &#8216;BtSix1.2&#8242; e edite o arquivo &#8216;sixpair.PIE&#8217; com o bloco de notas ou outro editor de texto. Onde estiver escrito o endereço no formato XX:XX:XX:XX:XX:XX substitua o valor pelo endereço Bluetooth do N900, anotado anteriormente. Salve as alterações feitas no arquivo;</li>
<li>Ligue o controle do PS3 ao computador usando o cabo USB.</li>
<li>Execute o programa GlovePIE.exe que está disponível na pasta &#8216;GlovePIE030&#8242;. No menu, clique em &#8216;File&#8217;, &#8216;Open&#8217; e então selecione o arquivo &#8216;sixpair.PIE&#8217;, disponível na pasta &#8216;BtSix1.2&#8242;. Clique no botão &#8216;Run&#8217; e aperte o botão &#8216;PS&#8217; do controle do Playstation 3. Com isso, o endereço Bluetooth do N900 deve aparecer na caixa ao lado do botão, mostrando que o resultado deu certo.</li>
</ol>
<div id="attachment_1488" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/GlovePie-Windows.jpg"><img class="size-full wp-image-1488" title="GlovePie no Windows - Configurando o Controle" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/GlovePie-Windows.jpg" alt="GlovePie no Windows - Configurando o Controle" width="550" height="295" /></a><p class="wp-caption-text">GlovePie no Windows - Configurando o Controle</p></div>
<h2>3 Instale o programa sixaxis-support no N900</h2>
<p>O programa está disponível no repositório Extras Devel e pode ser encontrado pelo &#8216;Gerenciador de Aplicativos&#8217; do N900. Outra forma de instalá-lo é abrindo <a href="http://codex.xiaoka.com/apt/maemo/sixaxis-support.install">este link</a> pelo MicroB, no próprio aparelho. Após a instalação o N900 será reiniciado automaticamente.</p>
<h2>4 Usando o controle Sixaxis no N900</h2>
<p>Para que o controle seja usado no N900 basta habilitar o Bluetooth no aparelho e então apertar o botão &#8216;PS&#8217; do controle, sem que este esteja ligado pelo cabo USB a outro equipamento. Após alguns segundos o ícone de status do Bluetooth do N900 ficará azul e as luzes de numeração do controle ficarão piscando e alternando. Quando apenas a luz de um dos números do controle ficar acesa o controle já estará configurado e funcionando para o aparelho.</p>
<p><strong>Lembrete</strong>: depois de usar o controle no N900 ele não será reconhecido imediatamente pelo PS3, como normalmente ocorreria. É preciso ligar o console ao controle pelo cabo USB e então apertar o botão PS. Com isso a configuração feita no computador será eliminada.</p>
<h2>Considerações Finais</h2>
<p>O controle sixaxis funciona bem no N900. Ao jogar Mario World no Dr. NokSNES a jogabilidade foi normal, como seria no próprio console. Para quem quer levar a experiência de jogo um pouco adiante, além de poder usar a saída de TV, pode <a href="http://tomasz.sterna.tv/2010/03/two-sixaxisdualshock-3-controllers-support-for-nokia-n900/">conectar mais de um controle ao aparelho</a>, conforme anunciado por um desenvolvedor. Para isso, basta repetir o tutorial para outro aparelho e deixar os dois controles ligados ao mesmo tempo. :)
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		</item>
		<item>
		<title>Como usar mouse, teclado e pendrive no N800/N810 usando USB Host</title>
		<link>http://freebird.blog.br/2010/05/12/como-usar-mouse-teclado-e-pendrive-no-n800n810-usando-usb-host/</link>
		<comments>http://freebird.blog.br/2010/05/12/como-usar-mouse-teclado-e-pendrive-no-n800n810-usando-usb-host/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 May 2010 23:47:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vegetando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Acessórios]]></category>
		<category><![CDATA[Maemo]]></category>
		<category><![CDATA[MeeGo]]></category>
		<category><![CDATA[mouse]]></category>
		<category><![CDATA[N800]]></category>
		<category><![CDATA[N810]]></category>
		<category><![CDATA[Teclado]]></category>
		<category><![CDATA[USB]]></category>
		<category><![CDATA[usb host]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://freebird.blog.br/?p=1477</guid>
		<description><![CDATA[Um dos diferenciais do N800]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1498" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/N800-Mouse-Teclado-Cima.jpg"><img class="size-full wp-image-1498 " title="N800 usando mouse e teclado USB" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/N800-Mouse-Teclado-Cima.jpg" alt="N800 usando mouse e teclado USB" width="300" height="218" /></a><p class="wp-caption-text">N800 usando mouse e teclado USB</p></div>
<p>Um dos diferenciais do N800 e do N810 com relação a smartphones e dispositivos portáteis é a capacidade de se usar mouse, teclado e outros dispositivos USB, característica que o aproxima ainda mais da função de um computador convencional. Com isso, é possível usar os tablets com mais conforto no desenvolvimento de atividades prolongadas ou com a necessidade de se inserir muito texto. Esse tipo de situação comumente força a compra de mouse e teclado bluetooth para se usar com smartphones, o que pode ter como consequência mais trabalho na configuração do acessório, além da compra de um produto com valor bem acima de suas versões com conexão USB.</p>
<p><span id="more-1477"></span></p>
<p>Apesar das vantagens, a opção de uso do USB Host para o N800/N810 não é livre de custos adicionais ao do próprio acessório USB. É preciso comprar um adaptador que permita que o conector padrão do USB seja ligado às versões menores de entrada, no caso o mini e o micro USB, respectivamente aplicados ao N800 e ao N810. Basicamente há versões que fazem o trabalho direto, com uma adaptação do mini/micro USB para o USB e outra mais flexível, com duas entradas USB.</p>
<div id="attachment_1500" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/AdaptadorUSB.jpg"><img class="size-full wp-image-1500" title="Adaptador USB Fêmea-Fêmea ligado ao N800" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/AdaptadorUSB.jpg" alt="Adaptador USB Fêmea-Fêmea ligado ao N800" width="550" height="203" /></a><p class="wp-caption-text">Adaptador USB Fêmea-Fêmea ligado ao N800</p></div>
<p>Resolvido o problema da limitação física do encaixe do USB nos aparelhos, resta fazer com que o sistema atue como um dispositivo que use acessórios, ou seja, como um Host USB. O programa que permite explorar o modo USB Host no Maemo 4 é o <a href="http://maemo.org/downloads/product/OS2008/usbcontrol/">USB Control</a>. Ele permite alternar entre o modo de uso do N800/N810 como um aparelho auxiliar, por exemplo, para ser reconhecido como um dispositivo de memória pelo computador, e o modo host, capaz de usar mouse, teclado e outros periféricos.</p>
<h2>Configurando o modo USB Host no N800/N810</h2>
<p>O primeiro passo é ir ao gerenciador de aplicativos e  instalar o programa <a href="http://maemo.org/downloads/product/OS2008/usbcontrol/">USBControl</a>. O modo mais prático de se fazer isso é acessar o <a href="http://maemo.org/downloads/product/raw/OS2008/usbcontrol/?get_installfile">link</a> no MicroB, a partir do próprio aparelho.</p>
<p>A versão atual do USB Control é a 1.03, disponível no repositório do Maemo Extras. Apesar de ser uma versão mais recente e de estar disponível no &#8216;Gerenciador de Aplicativos&#8217;, há um problema que a impede de ser executada normalmente após a instalação. Após instalá-la é preciso ir ao terminal, ganhar acesso como root e então executar o programa, da seguinte forma:</p>
<pre class="brush: shell">
root
usbcontrol
</pre>
<p>Uma outra opção, enquanto o programa não é corrigido, é usar uma versão anterior dele, a 1.0. O arquivo deb do programa pode ser baixado em: <a href="https://garage.maemo.org/frs/download.php/3443/usbcontrol-1.0_all.deb">https://garage.maemo.org/frs/download.php/3443/usbcontrol-1.0_all.deb</a></p>
<p>Para instalá-lo, basta abrir o link pelo N800/N810, usando o MicroB. Antes de fazer isso, contudo, certifique-se de que o pacote python2.5-runtime esteja instalado. Para isso, entre no terminal e digite:</p>
<pre class="brush: shell">
root
apt-get install python2.5-runtime
</pre>
<p>Após fazer sua instalação, o &#8216;Gerenciador de Aplicativos&#8217; irá verificar que há uma versão mais recente disponível, a 1.03. Curiosamente, após fazer a atualização o programa pode ser usado normalmente, sendo exibido no menu.</p>
<div id="attachment_1505" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/USB-Control.jpg"><img class="size-full wp-image-1505" title="USBControl - Modo Host" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/USB-Control.jpg" alt="USBControl - Modo Host" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">USBControl - Modo Host</p></div>
<p>Para utilizá-lo, basta clicar em &#8216;Host&#8217; e então conectar o dispositivo (teclado, pendrive, mouse, etc). Ainda que mensagens de erro apareçam, como &#8216;Impossível conectar-se. Não há sistema de arquivos disponível&#8217; ou &#8216;Dispositivo não reconhecido&#8217;, o dispositivo pode estar funcionando corretamente. O modo USB Host continuará ativo mesmo que o programa seja fechado. Assim, para voltar ao modo padrão é preciso abrir o programa e escolher a opção correspondente.</p>
<p>Apesar de reconhecer os dispositivos conectados, há certos detalhes que precisam ser feitos para que alguns dispositivos funcionem. Alguns casos serão vistos nas próximas seções.</p>
<h3>Teclado</h3>
<div id="attachment_1506" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/Configuração-Teclado.jpg"><img class="size-full wp-image-1506" title="Configuração do Teclado" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/Configuração-Teclado.jpg" alt="Configuração do Teclado" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Configuração do Teclado</p></div>
<p>Ao ligar um teclado ao N800/N810 ele é reconhecido normalmente, porém, como ocorre nos computadores, é preciso configurar o layout das teclas, para o caso de teclados com ABNT e ABNT2. Como o Maemo prevê uso de teclado bluetooth e oferece uma forma de configurar o layout desse tipo de periférico, basta entrar no espírito do modo gambiarra e mudar a configuração de teclado bluetooth para que ela seja associada ao teclado USB :).  Para fazer isso acesse as &#8216;Configurações&#8217; e abra a opção &#8216;Teclado Bluetooth&#8217;. Na guia &#8216;Teclado&#8217;, escolha o teclado &#8216;Generic 105-key PC&#8217;. Logo abaixo, selecione como o teclado a opção com valor &#8216;Português Brasil&#8217;. Clique em Ok e teste o novo layout aplicado ao teclado.</p>
<h3>Mouse</h3>
<p>Para que o mouse funcione corretamente, exibindo o cursor na tela, é preciso instalar um outro aplicativo. O arquivo para instalação está disponível em <a href="http://www.electronicproductonline.com/catalog/supportFiles/usbMouse_0.1.2_armel.deb">http://www.electronicproductonline.com/catalog/supportFiles/usbMouse_0.1.2_armel.deb</a>, encontrado no <a href="http://freebird.blog.br/blogroll/">já recomendado</a> <a href="http://ronisons.com/blog/?p=532">Blog do Ronison</a>. Tudo o que é preciso fazer com o arquivo é abri-lo pelo MicroB para que, em seguida, o Gerenciador de Aplicativos faça a instalação. Depois de ser instalado o programa atuará de forma automática, sem que seja preciso clicar sobre um ícone no menu (que sequer é criado após a instalação).</p>
<h3>Mouse e Teclado ao mesmo tempo</h3>
<p>Como o N800/N810 tem apenas uma porta USB (mini/micro), é preciso usar um hub USB para poder usar os dois acessórios ao mesmo tempo. Para isso não há mistério, basta fazer as configurações anteriores, ligar os periféricos ao hub e usá-los normalmente.</p>
<div id="attachment_1502" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/N800-Mouse-Teclado.jpg"><img class="size-full wp-image-1502" title="N800 usando Hub USB para ligar mouse e teclado" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/N800-Mouse-Teclado.jpg" alt="N800 usando Hub USB para ligar mouse e teclado" width="550" height="274" /></a><p class="wp-caption-text">N800 usando Hub USB para ligar mouse e teclado</p></div>
<h3>Pendrive e HD Externo</h3>
<p>O uso de pendrive nem sempre é muito estável. O problema, até onde foi notado, ocorre pela falta de energia necessária para que o dispositivo funcione. Conforme discutido no <a href="http://talk.maemo.org/showthread.php?t=12595">fórum do Maemo</a> o limite aparente e seguro do N800/N810 é de uma corrente de 100mA e tensão de 5V. Como algumas vezes isso não é o suficiente para os periféricos, pode ser necessário usar uma fonte externa de energia.</p>
<p>Entre as opções para resolver o problema com o N800/N810 estão usar um hub usb com alimentação externa, como tomada ou pilhas, ou partir para uma gambiarra e conectar uma das portas USB do Hub ao computador. Isso faz com que o computador alimente o periférico, sem atrapalhar o uso dele pelo tablet.</p>
<h3>Outros dispositivos</h3>
<p>Há outros periféricos que podem ser ligados pelo USB aos tablets. Porém, a configuração pode ser um pouco mais problemática, como pode ser notado para o caso de <a href="http://www.mail-archive.com/maemo-users@maemo.org/msg09338.html">modem </a>e outros dispositivos para os quais o Maemo não tem drivers preparados.</p>
<h2>Considerações Finais</h2>
<p>O uso dos acessórios USB com o N800/N810 melhoram a experiência e o conforto de uso dos tablets e abrem a possibilidade de usá-los como acessório para outros computadores e dispositivos. Para os periféricos de entrada há as opções de se usar o <a href="http://freebird.blog.br/2009/09/03/usando-o-synergy-para-compartilhar-teclado-e-mouse-entre-computador-e-n800n810/">Synergy</a> e o <a href="http://freebird.blog.br/2010/02/23/n800-bluemaemo-usb-host-acessorios-bluetooth-para-n900-playstation-3-computadores-e-gadgets/">BlueMaemo</a>, como modo de controlar computadores, videogames e smartphones. Há outras opções de uso, como acessar HDs externos, modens e outros periféricos que inicialmente não parecem oferecer motivos para uso com os tablets, mas que podem ter alguma necessidade associada pelos usuários (ou pura curiosidade e excesso de livre).
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		<item>
		<title>Synergy no N900: compartilhando teclado e mouse do computador para o N900</title>
		<link>http://freebird.blog.br/2010/05/06/synergy-no-n900-compartilhando-teclado-e-mouse-do-computador-para-o-n900/</link>
		<comments>http://freebird.blog.br/2010/05/06/synergy-no-n900-compartilhando-teclado-e-mouse-do-computador-para-o-n900/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 07 May 2010 01:52:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vegetando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[GNU/Linux]]></category>
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		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

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		<description><![CDATA[O Synergy já foi apresentado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://synergy2.sourceforge.net/">Synergy</a> já foi apresentado no blog como uma forma de se <a href="http://freebird.blog.br/2009/09/03/usando-o-synergy-para-compartilhar-teclado-e-mouse-entre-computador-e-n800n810/">compartilhar o mouse e o teclado do computador com o N800 e o N810</a>. O objetivo deste post é mostrar como fazer o mesmo processo para o N900.</p>
<div id="attachment_1514" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://synergy2.sourceforge.net/"><img class="size-full wp-image-1514" title="Funcionamento do Synergy - Retirado de http://synergy2.sourceforge.net/" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/05/warp-small.gif" alt="Funcionamento do Synergy - Retirado de http://synergy2.sourceforge.net/" width="300" height="144" /></a><p class="wp-caption-text">Funcionamento do Synergy - Retirado de http://synergy2.sourceforge.net/</p></div>
<p>O interessante do Synergy é a possibilidade de uso de um teclado e de um mouse em vários computadores e dispositivos, entre diferentes sistemas operacionais. Dentre sistemas para os quais o programa está disponível podem ser citados Windows, Ubuntu e outras distribuições GNU/Linux e o Mac OS. O uso dele é interessante em um local em que há vários computadores ligados a seus próprios monitores. Para usar mais de um computador em um local de trabalho, por exemplo, usa-se o Synergy para usar apenas um teclado e um mouse e controlar todos os computadores. Para controlar um computador basta levar o cursor do mouse da tela do computador atual até o que se deseja acessar. O cursor irá sumir do monitor atual e passar para o novo, como se fossem dois monitores para um computador, mas, na realidade, sendo para computadores diferentes.</p>
<p><span id="more-1455"></span></p>
<p>Dado o exemplo de uso é fácil reconhecer a utilidade do programa. Para o caso de uso de um computador compartilhar o teclado com o N900 a utilidade está em inserir texto de forma mais ágil no aparelho enquanto se está em um local com computador acessível. Assim, é possível digitar uma lista de compras no N900, usando o teclado do PC, e levá-la ao supermercado. Além disso, para fazer as configurações e instalações realizadas no terminal, comuns no N900, pode-se aproveitar a praticidade do teclado utilizado para a máquina de trabalho.</p>
<p>O funcionamento do Synergy pode ser visto no vídeo abaixo (novamente, para aqueles que têm uma boa visão&#8230;). Nele é mostrada a interação entre netbook (com Ubuntu) e N900 (Maemo 5), mostrando o uso de teclado, mouse e da capacidade de copiar texto entre os dispositivos.</p>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qBkME7T771o&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/qBkME7T771o&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p>O Synergy está disponível para o Maemo 5 a partir de um arquivo binário extraído do <a href="http://wiki.maemo.org/Easy_Debian">Easy Debian</a>, conforme <a href="http://forums.internettablettalk.com/showpost.php?p=488022&amp;postcount=27">apresentado no fórum do Maemo.org</a>. O arquivo pode ser instalado no N900 de forma independente do uso do programa do qual foi retirado. No entanto, a versão para o Maemo 5 ainda não tem uma interface intuitiva como a do <a href="http://code.google.com/p/quicksynergy/">QuickSynergy</a>, disponível para distribuições GNU/Linux, como o Ubuntu e o Maemo 4, e para o Mac OS X. Contudo, como a idéia é utilizar mouse e teclado do computador para controlar o telefone, o Synergy é executado como um cliente, ficando para o PC a tarefa de configurar a disposição das telas e computadores que se beneficiarão do compartilhamento.</p>
<p>O requisito para a utilizar o Synergy entre duas máquinas/dispositivos é que eles estejam em uma mesma rede. Considerando esse requisito satisfeito, será mostrado como configurar o computador e o N900 para atuarem juntos com o Synergy. A versão desktop utilizada como exemplo será a do QuickSynergy no Ubuntu. O processo no Windows pode ser visto no <a href="http://freebird.blog.br/2009/09/03/usando-o-synergy-para-compartilhar-teclado-e-mouse-entre-computador-e-n800n810/">post do N800/N810</a>, já que a configuração do servidor é exatamente a mesma, independente do dispositivo que utilizará o compartilhamento. Na próxima seção será mostrado o processo de configuração, originalmente postado no<a href="http://forums.internettablettalk.com/showthread.php?p=513740"> fórum da comunidade do Maemo</a>.</p>
<h3>Configurando o computador pelo Ubuntu</h3>
<p>O Synergy e o QuickSynergy, por padrão, já estão disponíveis nos repositórios adotados pelo Ubuntu. Para instalá-lo basta entrar no terminal e aplicar o comando:</p>
<pre class="brush: shell">sudo apt-get install synergy quicksynergy</pre>
<p>O QuickSynergy é uma interface simples e intuitiva para o Synergy. Após sua instalação no Ubuntu ela deve aparecer em:</p>
<ul>
<li> &#8216;Aplicativos&#8217; &gt; &#8216;Acessórios&#8217; &gt; &#8216;QuickSynergy&#8217;</li>
</ul>
<p>Outra forma é pressionar ao mesmo tempo <em>ALT+F2</em> e digitar &#8216;quicksynergy&#8217;, para que o programa seja aberto.</p>
<div id="attachment_1460" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/Captura_de_tela-QuickSynergy.png"><img class="size-full wp-image-1460 " title="QuickSynergy no Ubuntu" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/Captura_de_tela-QuickSynergy.png" alt="QuickSynergy no Ubuntu" width="300" height="248" /></a><p class="wp-caption-text">QuickSynergy no Ubuntu</p></div>
<p>Ao ser aberto é mostrada a interface apresentada na Figura à direita. Tudo o que precisa ser feito para compartilhar o mouse e o teclado já está na tela principal. É preciso apenas escolher uma das quatro posições disponíveis e escrever o nome do N900. O nome padrão é o que aparece ao ganhar acesso como root no terminal. No caso o nome usado foi &#8216;Nokia-N900-02-08&#8242; (ao que tudo indica, com referência à versão do <em>firmware</em>);</p>
<h3>Configurando o N900</h3>
<p>Antes de iniciar a configuração, é preciso cumprir alguns requisitos:</p>
<ul>
<li>Adicionar e habilitar o <a href="http://freebird.blog.br/wiki/index.php?title=Opera%C3%A7%C3%B5es_no_Maemo_5#Extras_Devel">repositório extras-devel</a></li>
<li>Ter <a href="http://freebird.blog.br/wiki/index.php?title=Opera%C3%A7%C3%B5es_no_Maemo_5#Ter_acesso_como_root_.28super_usu.C3.A1rio.29">acesso como root</a></li>
</ul>
<p>O útlimo requisito é ter a biblioteca &#8220;libxinerama1&#8243; instalada. Assim, o primeiro passo é instalar a dependência:</p>
<pre class="brush: shell">apt-get install libxinerama1</pre>
<p>Em seguida, baixe o arquivo <a href="http://talk.maemo.org/attachment.php?attachmentid=6203&amp;d=1264126223">synergyc</a>. Esse é o Synergy,  retirado do Easy Debian. Basta copiar o arquivo, descompactá-lo no computador e copiar para a pasta  /usr/bin do N900.</p>
<p>Para exemplificar, será mostrado como fazer isso considerando que o arquivo foi copiado para o cartão de memória do aparelho. Para copiá-lo para a pasta correta foi feito:</p>
<pre class="brush: shell">root
cd /media/mmc1/
tar -vzxf synergyc.targ.gz
cp synergyc /usr/bin
chmod +x /usr/bin/synergyc
</pre>
<p>Após copiado não é mais preciso usar o acesso como root para executar o Synergy. Para executá-lo basta fazer:</p>
<pre class="brush: shell">/usr/bin/synergyc 192.168.0.112</pre>
<p>Sendo que no lugar do IP (192.168.0.112) deve ser colocado o IP do computador que está compartilhando mouse e teclado.</p>
<p><strong>Importante</strong>: O synergy continuará em execução ainda que o terminal seja fechado ou outro comando seja executado, mesmo usando CTRL+C. Isso é bom por pela possibilidade de fechar a janela ou continuar trabalhando nela. Contudo, o processo continuará em execução ainda que o synergy deixe de ser usado, o que implica em mais recursos de <em>hardware</em> sendo usados e consumo maior de bateria. Para que o synergy deixe de ser usado pelo sistema, abra o terminal e digite:</p>
<pre class="brush: shell">root
killall synergyc
</pre>
<p>Com a execução do comando, todos os processos do synergyc serão finalizados e o aparelho deixará de usar o mouse e o teclado do computador.</p>
<h4>Fazendo o mouse funcionar</h4>
<p>Como explicado no <a href="http://talk.maemo.org/showpost.php?p=498729&amp;postcount=1">post da comunidade do Maemo</a> é preciso associar um ícone como padrão no lugar do que originalmente é definido como transparente. Para isso é sugerido que se baixe o arquivo <a href="http://penguinbait.com/icons.tar">icons.tar</a>, com alguns ícones disponíveis. Com o arquivo salvo e descompactado, basta escolher uma das opções e copiá-la para a pasta  &#8216;/usr/share/icons/default/cursors&#8217; com o nome <em>transp</em>.</p>
<p>Para o exemplo foi escolhido como cursor o <em>cross</em>, um discreto &#8220;+&#8221; vermelho, localizado em: &#8216;usr/share/icons/handhelds/cursors/cross&#8217;. Copie o cursor para o cartão do N900. Em seguida, acesse o terminal e digite:</p>
<pre class="brush: shell">
root
mv /media/mmc1/cross /usr/share/icons/default/cursors/transp
</pre>
<p>O que o comando fará é mover o arquivo <em>cross</em>, copiado do pacote de ícones, para a pasta <em>cursors</em>, renomeando-o para &#8216;transp&#8217;, que passará a ser o cursor especificado.</p>
<p>Para fazer todo o processo de configuração do cursor no N900 uma forma é:</p>
<pre class="brush: shell">
root
apt-get install wget

cd /media/mmc1
wget http://penguinbait.com/icons.tar
tar xf icons.tar
mv  usr/share/icons/handhelds/cursors/cross /usr/share/icons/default/cursors/transp
</pre>
<p>Por fim, para que o cursor seja ativado e passe a funcionar é preciso fazer um<span style="text-decoration: line-through;">a gambiarra</span> truque: abrir um site com flash e clicar sobre ele, para que o cursor seja ativado. Um problema disso é que o cursor volta a sumir quando o aparelho é reiniciado, sendo necessário abrir o navegador novamente.</p>
<h3>Impressões</h3>
<p>Como o programa ainda é uma versão ainda incipiente, é possível ver alguns comportamentos indesejados. A seguir são passadas as impressões de uso do synergy no N900 separadas entre mouse e teclado.</p>
<h4>Teclado</h4>
<ul>
<li>O teclado não aceita os acentos. Se eles não forem usados a inserção dos caracteres ocorre bem, mesmo que se digite rapidamente;</li>
<li>A experiência com jogos foi boa, pelo que foi visto com o Dr. NokSnes.</li>
</ul>
<h4>Mouse</h4>
<ul>
<li>Após usar o &#8220;truque&#8221; de acessar uma página com Flash o mouse funciona bem. Dá para usá-lo no dispositivo ao invés do toque. Em alguns momentos, como no navegador, o comportamento não é tão bom. Por exemplo, no Xournal quando o botão do mouse é clicado o que ocorre é semelhante à múltiplos toques. Ao invés de aparecer um ponto no lugar onde se clicou, surge uma linha que vai do canto superior esquerdo ao ponto clicado.</li>
<li>O scroll do mouse funciona bem nos aplicativos (testado no MicroB, seleção de arquivo e terminal)</li>
<li>Em alguns momentos o mouse não reconhece bem o clique. Por exemplo, nos campos de texto</li>
</ul>
<p>Com relação aos problemas notados pelo uso do Synergy no N800 foi possível notar a melhora com relação ao comportamento do teclado. No N800 é comum que o teclado virtual apareça sempre que a tecla <em>ENTER</em> é pressionada. No N900 o funcionamento do <em>ENTER</em> é correto e o teclado virtual não aparece, ainda que o teclado físico esteja fechado.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: line-through;">Gambiarra 2</span></strong><strong> Dica</strong>: ainda que o mouse e o teclado estejam em atividade no N900, a tela irá se apagar como se o dispositivo estivesse sem uso. Para que a tela fique ligada o tempo todo, uma forma é ir em &#8216;Configurações&#8217;, &#8216;Visualização&#8217; e deixar a opção &#8216;Ecrã iluminado durante o carregamento&#8217;. Assim, basta deixar o N900 ligado na tomada/computador para que a tela fique ligada e o uso dele possa ser feito em conjunto com o computador.</p>
<h3>Conclusões</h3>
<p>O Synergy oferece um modo interessante e natural de se compartilhar mouse e teclado entre computadores e outros dispositivos. Sua versão no N900 ainda está em estágio inicial, com bugs, formas pouco &#8216;dignas&#8217; de deixá-lo apto para uso com mouse e sem uma interface simples para configurá-lo. Apesar disso, é possível notar sua utilidade e, sobretudo, capacidade de uso com vários sistemas operacionais disponíveis. Não é infundamentado que se espere uma versão do QuickSynergy para o Maemo 5, uma vez que o Maemo 4 já o possui e que alternativas como o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=90RIRmGhjiw">x2x</a> (tema para um outro post) surjam.
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		<title>Como usar Java (SE e ME) no Maemo (N800, N810 e N900)</title>
		<link>http://freebird.blog.br/2010/03/02/como-usar-java-se-e-me-no-n800-n810-e-n900/</link>
		<comments>http://freebird.blog.br/2010/03/02/como-usar-java-se-e-me-no-n800-n810-e-n900/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 02:11:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vegetando</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos melhores recursos dos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1362" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/03/N800-N900-Java.jpg"><img class="size-full wp-image-1362 " title="Nokia N900 e N800 executando, respectivamente, aplicativo Java ME e Java SE" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/03/N800-N900-Java.jpg" alt="Nokia N900 e N800 executando, respectivamente, aplicativo Java ME e Java SE" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Nokia N900 e N800 executando, respectivamente, aplicativo Java ME e Java SE</p></div>
<p>Um dos melhores recursos dos smartphones e mesmo de telefones em geral é a capacidade de executar arquivos <a href="http://www.java.com/pt_BR/about/">Java</a> destinados a dispositivos móveis, desenvolvidos para a plataforma <a href="http://java.sun.com/javame/index.jsp">Java Micro Edition</a>, popularmente conhecida como Java ME . Há diversos aplicativos desenvolvidos para essa plataforma, que pode ser utilizada por  uma varidade de aparelhos, dos mais simples aos topo de linha. Dentre os exemplos de aplicativos estão o <a href="http://www.opera.com/mini/">Opera Mini</a>, <a href="http://www.google.com/mobile/maps/">Google Maps</a>, <a href="http://www.google.com/mobile/gmail/">Gmail Mobile</a>, clientes para Twitter e jogos.</p>
<p><span id="more-1311"></span></p>
<p>Além da quantidade de aplicativos existentes, o que torna importante ter um aparelho que possa executar estes aplicativos é o desenvolvimento feito para <strong>economizar recursos do dispositivo, como uso de memória e o tráfego de dados</strong>. Ao invés de acessar aplicativos acessíveis por meio de navegadores, e com isso ter que baixar os dados e a formatação das páginas, é possível transferir apenas os dados que são necessários, já que a apresentação está disponível pelo programa em execução. Com isso <strong>é possível ganhar em velocidade de execução e em economia de dados</strong>, evitando que se ultrapasse a quantidade prevista de dados em planos para dispositivos móveis.</p>
<p>Para se ter uma noção, ao acessar o <a href="http://freebird.blog.br">Free Bird</a> e depois abrir a página do<a href="http://freebird.blog.br/2009/10/23/preview-n900/"> (P)Review do N900</a>, os valores obtidos com o <a href="http://www.mozilla.com/en-US/mobile/1.0/releasenotes/">Firefox</a> e o <a href="www.opera.com/mini/">Opera Mini</a>, ambos no N900, foram:</p>
<table style="text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<th></th>
<th>Download</th>
<th>Upload</th>
<th>Total</th>
</tr>
<tr>
<th>Firefox</th>
<td>4,204 MB</td>
<td>376,797 KB</td>
<td>~4,5 MB</td>
</tr>
<tr>
<th>Opera Mini</th>
<td>397,442 KB</td>
<td>19,816 KB</td>
<td>~0,5 MB</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Por esses fatores, <strong>uma das grandes necessidades existentes para o N800 era a possibilidade de executar aplicativos da plataforma Java ME</strong>. A falta dessa possibilidade foi entendida, apesar de certa resistência, pelo fato de o N800 não ser um telefone e não ter acesso a rede GSM. Porém, o uso do aparelho em conjunto com um telefone, especialmente pela qualidade da tela e seu poder de hardware, mantém essa necessidade.</p>
<p><strong>Além do caso do N800 e do N810, o N900, apesar de já ser telefone, ainda </strong><strong>não apresenta uma opção nativa para executar aplicativos da plataforma</strong>, o que é um problema pelos mesmos aspectos supracitados. A solução para boa parte desses problemas apareceu recentemente em um <a href="http://maemos.ru/2009/12/20/java-nokia-n900-maemo-5-opera-mini/">blog russo</a>, sendo apresentado como uma forma de executar o Opera Mini no N900. Contudo, <strong> a solução apresentada é mais completa do que pode se notar, permitindo a execução de aplicativos JAD, feitos para dispositivos móveis, e arquivos Java feitos para desktop. Mais do que isso,</strong><strong> essa solução funciona tão bem no N800 (e por consequência no N810) quanto no N900</strong>. A forma de utilizá-los nos aparelhos será mostrada agora.</p>
<div id="attachment_1341" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/03/OperaMini-N800-N900.jpg"><img class="size-full wp-image-1341" title="OperaMini sendo executado no N800 e no N900" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/03/OperaMini-N800-N900.jpg" alt="OperaMini sendo executado no N800 e no N900" width="550" height="165" /></a><p class="wp-caption-text">OperaMini sendo executado no N800 e no N900</p></div>
<h2>Instalação no Nokia N900 (Maemo 5 &#8211; Fremantle)</h2>
<p><span style="text-decoration: underline;">Requisitos</span></p>
<ul>
<li>Ser root (instalar o <a href="http://maemo.org/downloads/product/Maemo5/rootsh/">Rootsh</a>):
<pre class="brush: shell">apt-get install rootsh</pre>
</li>
<li>Ter um aplicativo para descompactar arquivos zip:
<pre class="brush: shell">apt-get install zip unzip</pre>
</li>
<li>Ter um editor de texto (usado o <a href="http://maemo.org/downloads/product/Maemo5/pygtkeditor/">PyGTKEditor</a>):
<pre class="brush: shell">apt-get install pygtkeditor </pre>
</li>
</ul>
<p><span style="text-decoration: underline;">Instalação</span></p>
<p>A instalação no N900 foi originalmente postada <a href="http://maemos.ru/2009/12/20/java-nokia-n900-maemo-5-opera-mini/">aqui</a> e pode ser vista em suas versões traduzidas automaticamente para <a href="http://maemos.ru/2009/12/20/java-nokia-n900-maemo-5-opera-mini/">inglês</a> e <a href="http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&amp;sl=ru&amp;tl=pt&amp;u=http://maemos.ru/2009/12/20/java-nokia-n900-maemo-5-opera-mini/">português</a>. Para esse exemplo a instalação será feita totalmente no N900, incluindo o processo de baixar e descompactar o arquivo. Para ver detalhes de como proceder com o auxílio de um computador, basta olhar os detalhes do processo feito para o N800, que muda apenas com relação ao diretório usado.</p>
<ul>
<li>Baixe o <a href="http://maemos.ru/wp-content/uploads/2009/12/java_nokia_n900_maemo5_opera_mini.zip">arquivo</a> e o salve no telefone. Para o exemplo o arquivo será salvo na raiz do cartão de memória;</li>
<li>Abra o terminal;</li>
<li>Acesse a pasta onde o arquivo foi salvo:
<pre class="brush: shell">cd /media/mmc1</pre>
</li>
<li>Descompacte o conteúdo do arquivo:
<pre class="brush: shell">unzip java_nokia_n900_maemo5_opera_mini.zip</pre>
</li>
<li>Obtenha acesso como root:
<pre class="brush: shell">root</pre>
</li>
<li>Copie a pasta JRE (localizada dentro do arquivo descompactado) para o diretório /home/user:
<pre class="brush: shell">cp /media/mmc1/jre /home/user/ -r</pre>
</li>
<li>Apague a pasta anterior:
<pre class="brush: shell">rm -r /media/mmc1/jre</pre>
</li>
<li>Entre na pasta /home/user/jre/bin:
<pre class="brush: shell">cd /home/user/jre/bin</pre>
</li>
<li>Confira permissão de execução para os arquivos java e opera.sh:
<pre class="brush: shell">chmod +x java
chmod +x opera.sh</pre>
</li>
<li>Execute o arquivo opera.sh:
<pre class="brush: shell">./opera.sh</pre>
</li>
</ul>
<h2>Instalação no N800 e N810 (Maemo 4 &#8211; OS2008)</h2>
<p><span style="text-decoration: underline;">Requisitos</span></p>
<ul>
<li>Ser root (instalar o <a href="http://maemo.org/downloads/product/OS2008/rootsh/">Rootsh</a>):
<pre class="brush: shell">apt-get install rootsh</pre>
</li>
<li>Ter um aplicativo para descompactar arquivos zip:
<pre class="brush: shell">apt-get install zip unzip</pre>
</li>
<li>Ter um editor de texto (foi usado o <a href="http://maemo.org/downloads/product/OS2008/pygtkeditor/">PyGTKEditor</a>):
<pre class="brush: shell">apt-get install pygtkeditor</pre>
</li>
</ul>
<ul>
<li>No computador, faça o download do <a href="http://maemos.ru/wp-content/uploads/2009/12/java_nokia_n900_maemo5_opera_mini.zip">arquivo</a> e o descompacte;</li>
<li>Ligue o N800/N810 ao computador e transfira a pasta para o cartão. A partição usada para o exemplo foi a usada pelo Windows, com o sistema de arquivos FAT.</li>
<li>Entre no terminal e ganhe acesso como root:
<pre class="brush: shell">root</pre>
</li>
<li>Copie a pasta do cartão para o diretório /
<pre class="brush: shell">cp -r /media/mmc2/jre /</pre>
</li>
<li>Entre na pasta copiada
<pre class="brush: shell">cd /jre/bin</pre>
</li>
<li>Atribua permissões de execução para os aplicativos java e opera.sh
<pre class="brush: shell">chmod +x java
chmod +x opera.sh</pre>
</li>
<li>Execute
<pre class="brush: shell">./opera.sh</pre>
</li>
</ul>
<h2>Usando o MicroEmulator</h2>
<div id="attachment_1343" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/03/TwitterN8001.jpg"><img class="size-full wp-image-1343" title="Snaptu no N800 - Alternativa para cliente Twitter" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/03/TwitterN8001.jpg" alt="Snaptu no N800 - Alternativa para cliente Twitter" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Snaptu no N800 - Alternativa para cliente Twitter</p></div>
<p>O processo de instalação é feito com acesso como superusuário (root). Com o término da configuração não é necessário se manter como superusuário para executar o script. Este, por sua vez,  invoca a execução do MicroEmulator, um emulador de J2ME que permite rodar arquivos destinados a dispositivos móveis. O processo é feito originalmente para que o Opera Mini já esteja pronto para ser executado, mas permite que outros aplicativos sejam executados com facilidade.</p>
<p>Para executar Opera Mini com o MicroEmulator já aberto é preciso:</p>
<ul>
<li>Invocar o aplicativo: Clique duas vezes sobre o opera mini;</li>
<li>Na página aberta, role até em baixo e clique em Accept.</li>
</ul>
<p>Para usar a versão mais recente do Opera Mini, acesse: http://www.opera.com/mini/next/download/ e escolha o arquivo JAD da opção &#8220;For Java-enabled phones&#8221;. Essa versão, além de ser visualmente melhor trabalhada, permite o uso de abas e dá acesso a um teclado virtual.</p>
<div id="attachment_1344" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/03/OperaMini-Redimensionado.jpg"><img class="size-full wp-image-1344" title="Botões de ação do Opera Mini sendo exibidos após redimensionamento" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/03/OperaMini-Redimensionado.jpg" alt="Botões de ação do Opera Mini sendo exibidos após redimensionamento" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Botões de ação do Opera Mini sendo exibidos após redimensionamento</p></div>
<p>Algumas observações que podem melhorar o uso do MicroEmulator:</p>
<ul>
<li>Para adicionar um aplicativo no MicroEmulator é preciso especificar a URL de origem do JAD ou copiar para o aparelho os arquivos JAD e JAR, indicando o primeiro ao emulador;</li>
<li>Para melhorar a visualização dos programas no MicroEmulator, clique sobre o ícone resize e dê ok para o valor mostrado. Com isso serão exibidos os botões da parte inferior da janela, como no caso do Opera Mini;</li>
<li>Os botões de navegação de telefones funcionam com as setas e com o ENTER. Para o caso dos dois botões de acesso às duas opções apresentadas no canto inferior da tela o acesso é configurado para as telas F1 e F2. Caso o aparelho seja usado com o modo USB Host, synergy ou outra forma de acesso com teclado, o uso das teclas melhora a navegação e a resposta dos programas.</li>
</ul>
<h2>Licença de uso</h2>
<p>Algo que não pôde deixar de ser notado ao executar o arquivo foi a mensagem informando que o produto poderá ser avaliador por 90 dias:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Java SE Embedded 90 Evaluation Version<br />
Use command &#8216;java -version&#8217; to view days remaining in evaluation period&#8221;</em></p></blockquote>
<p>Essa mensagem é exibida pelo Java SE Embedded, invocado como &#8220;java&#8221;, dentro do script opera.sh e se destina aos desenvolvedores que utilizam a API. O aplicativo é gratuito para desenvolvedores e só passa a ser paga quando este, ou a empresa que o contrata, deseja passar da fase de desenvolvimento para a de implantação do aplicativo, quando se espera que obtenha lucros.</p>
<p>Interessado em saber como a Sun (<a href="http://www.sun.com/third-party/global/oracle/">agora a Oracle</a>) vê o uso do aplicativo por usuários comuns,  encaminhei um e-mail perguntando sobre licença e custos para uso individual, sem intenção de aplicá-lo para desenvolvimento. Tendo a agradável surpresa de ser respondido em menos de 1 hora, tive como resposta:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;You can continue to use the 90 day evaluation version of Java SE Embedded at no cost.  At the end of the 90 days, you can simply download another copy, again at no charge.  There are no limits to the number of times that you download and install the JVM to a single device.  At this time, we do not sell individual copies of the software &#8211; expiration free copies are only available under a volume license agreement.&#8221;</em></p></blockquote>
<p>Resumindo, o funcionário da Oracle indica que ao fim dos 90 dias de avaliação seja feito um novo download do aplicativo que durará outros 90 dias. Ou seja, <strong>exceto pelo trabalho de fazer o download periodicamente, ele é gratuito e pode ser usado sem que se infrinja a lei</strong>.</p>
<h2>Executando aplicativos Java para Desktop (J2SE)</h2>
<div id="attachment_1345" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/03/ArgoUML-N900.jpg"><img class="size-full wp-image-1345" title="ArgoUML no N900" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/03/ArgoUML-N900.jpg" alt="ArgoUML no N900" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">ArgoUML no N900</p></div>
<p>Como dito antes, a forma como o arquivo é oferecido se destina à execução do MicroEmulator já configurado para a execução do Opera Mini. Contudo, o pacote abre a possibilidade de execução de outros arquivos e contém a versão do Java SE for Embedded, uma versão da plataforma Java que oferece recursos mais avançados do que a J2ME e que se destina a dispositivos embarcados, normalmente com maior poder de processamento.</p>
<p>Considerando a instalação já feita do aplicativo, tudo o que se precisa fazer é executar o comando java a partir da pasta jre/bin. Como exemplo foi executado o programa ArgoUML. O processo consistiu em:</p>
<ul>
<li>Baixar o <a href="http://argouml-downloads.tigris.org/nonav/argouml-0.28.1/ArgoUML-0.28.1.zip">arquivo do ArgoUML</a> no N800 ou no N900 e descompactá-lo;</li>
<li>Executar o comando java referenciando o arquivo argouml.jar:
<pre class="brush: shell">./java -jar /media/mmc1/argouml-0.28.1/argouml.jar</pre>
</li>
</ul>
<p>O arquivo demora um pouco para ser aberto. <strong>Sua abertura leva pouco menos de 3 minutos para o N800 e 1 minuto e 30 segundos para o N900</strong>.<strong> Após sua conclusão a fluidez da execução é natural e sem travamentos</strong>. O único incômodo é ajustar a interface de forma mais apresentável, escondendo menus de propriedades e deixando à mostra a tela de criação dos modelos e diagramas. Após a primeira organização das janelas, a configuração é preservada em utiliações posteriores do programa.</p>
<div id="attachment_1346" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/03/ArgoUML-N800.jpg"><img class="size-full wp-image-1346" title="ArgoUML no N800" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/03/ArgoUML-N800.jpg" alt="ArgoUML no N800" width="550" height="330" /></a><p class="wp-caption-text">ArgoUML no N800</p></div>
<h2>Desempenho do Java</h2>
<p>Algo importante a ser ressaltado é o desempenho geral do java nos aparelhos. Ao contrário do que ocorre ao executar o EasyDebian, a execução do Java for Embedded limita o uso de RAM à quantidade disponível. Nos testes realizados <strong>a quantidade de memória alocada para programas foi de 24MB,  o que é ótimo inclusive para o N800 e o N810</strong>, que contam com 128 RAM e não precisam usar memória virtual (em SWAP), deixando o aparelho lento. A carga de processamento chega ao topo em alguns momentos, mas ainda assim dentro de um comportamento aceitável.</p>
<p>Na Figura da subseção anterior é possível notar quanto de memória é utilizado. Mesmo com o programa para desktop, o consumo é baixo.</p>
<p><a href="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/03/UsoDeMemoria-Java.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1347" title="UsoDeMemoria-Java" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/03/UsoDeMemoria-Java.jpg" alt="" width="333" height="24" /></a></p>
<h2>Considerações Finais</h2>
<p>A possibilidade de uso de aplicativos em Java, tanto destinados a dispositivos móveis quanto para desktop,  para aparelhos com Maemo é interessante porque acrescenta uma grande quantidade de aplicativos com potencial de uso no sistema. O fato de executar fora do EasyDebian garante um desempenho melhor e ainda assim consegue suportar a execução de aplicativos feitos para computadores.</p>
<p>A compatibilidade com aplicativos não é total. O processo exige que se use arquivos JAD e ainda assim alguns dos programas não puderam ser utilizados. Para os casos em que eles são aceitos, a experiência de uso foi boa e se mostrou equivalente à execução do Java ME no computador.</p>
<p>Uma outra opção para Java no N900 é o projeto <a href="http://www.camswl.com/openjdk">OpenJDK</a>. Um dos <a href="http://wiki.maemo.org/OpenJDK_6.0_0_%28Cambridge_Software_Labs%29_on_N900">resultados já obtidos</a> com isso foi o uso do <a href="http://tomcat.apache.org/">Apache Tomcat</a> no N900, que serve como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor_web">servidor Web</a> para a execução de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Servlet">servlets</a> e páginas <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/JSP">JSP</a>, além de outras possibilidades, como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_service">serviços Web</a>, com o uso de outras bibliotecas.</p>
<h2>Referências e Leituras Relacionadas</h2>
<p><a href="http://maemos.ru/2009/12/20/java-nokia-n900-maemo-5-opera-mini/">http://maemos.ru/2009/12/20/java-nokia-n900-maemo-5-opera-mini/</a></p>
<p><a href="http://java.sun.com/javase/embedded/index.jsp">http://java.sun.com/javase/embedded/index.jsp</a></p>
<p><a href="http://www.microemu.org/maemo/">http://www.microemu.org/maemo/</a>
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<div class="social4in" style="height:29px;float: left;">
<div class="socialicons s4twitter" style="float:left;margin-right: 10px;background:url(&quot;http://goo.gl/zjqd1&quot;) no-repeat;"><a href="http://twitter.com/share" data-url="http://freebird.blog.br/2010/03/02/como-usar-java-se-e-me-no-n800-n810-e-n900/" data-counturl="http://freebird.blog.br/2010/03/02/como-usar-java-se-e-me-no-n800-n810-e-n900/" data-text="Como usar Java (SE e ME) no Maemo (N800, N810 e N900)" class="twitter-share-button" data-count="horizontal" data-via=""></a></div>
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		</item>
		<item>
		<title>N800 + BlueMaemo + USB Host = acessórios bluetooth para N900, Playstation 3, computadores e gadgets</title>
		<link>http://freebird.blog.br/2010/02/23/n800-bluemaemo-usb-host-acessorios-bluetooth-para-n900-playstation-3-computadores-e-gadgets/</link>
		<comments>http://freebird.blog.br/2010/02/23/n800-bluemaemo-usb-host-acessorios-bluetooth-para-n900-playstation-3-computadores-e-gadgets/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 02:46:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vegetando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Bluetooth]]></category>
		<category><![CDATA[diablo]]></category>
		<category><![CDATA[Gambiarra]]></category>
		<category><![CDATA[HID]]></category>
		<category><![CDATA[Maemo]]></category>
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		<category><![CDATA[mouse]]></category>
		<category><![CDATA[N800]]></category>
		<category><![CDATA[N810]]></category>
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		<category><![CDATA[os2008]]></category>
		<category><![CDATA[periféricos]]></category>
		<category><![CDATA[Teclado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://freebird.blog.br/?p=1282</guid>
		<description><![CDATA[O BlueMaemo é um aplicativo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1288" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-1288" title="BlueMaemo para o Maemo 4 (0S2008)" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/02/BlueMaemo-0S2008-Principal.jpeg" alt="BlueMaemo para o Maemo 4 (0S2008)" width="300" height="180" /><p class="wp-caption-text">BlueMaemo para o Maemo 4 (0S2008)</p></div>
<p>O <a href="http://www.valeriovalerio.org/?page_id=174">BlueMaemo</a> é um aplicativo disponível para o Maemo (<a href="http://maemo.org/downloads/product/OS2008/bluemaemo/">OS2008</a> e <a href="http://repository.maemo.org/extras-devel/pool/fremantle/free/b/bluemaemo/">Fremantle</a>) que permite que o tablet (N800, N810 ou N900) <strong>controle outros equipamentos  que aceitem o perfil HID</strong> (celulares, computadores, video games, etc.). Em sua interface <strong>são oferecidas opções para controlar outros dispositivos: mouse, teclado, controlador de apresentações, controle remoto de mídia ou controle de video game</strong>. O controle é feito com o toque na tela do N800/N810/N900 ou, no caso do Fremantle, pode ser <a href="http://www.valeriovalerio.org/?p=333">com o uso de acelerômetro</a>.</p>
<p>O que alguns usuários do BlueMaemo talvez não saibam é que uma vez que o programa tenha estabelecido a conexão com outro dispositivo/máquina os periféricos de entrada (restritos aos que inserem caracteres ou indicam movimento) também podem ser usados para controlá-lo. Ou seja, <strong>se você utiliza o N800 para digitar em um computador e o tablet estiver usando o modo USB Host, com um teclado USB ligado, ao digitar no teclado o texto aparecerá também na máquina controlada</strong>.</p>
<p><span id="more-1282"></span></p>
<div id="attachment_1289" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img class="size-full wp-image-1289" title="Funcionalidades do BlueMaemo em suas versões para N800/N810 e N900" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/02/BlueMaemo-Maemo4e5.jpg" alt="Funcionalidades do BlueMaemo em suas versões para N800/N810 e N900" width="550" height="163" /><p class="wp-caption-text">Funcionalidades do BlueMaemo em suas versões para N800/N810 e N900</p></div>
<p>Isso te interessou? Tomado pela súbita empolgação de descobrir algo novo, foram testadas com sucesso: Ligar o N800 no Synergy, conectá-lo ao N900 com o BlueMaemo e fazer o mouse e o teclado do computador controlarem o N900! Mais <span style="text-decoration: line-through;">inútil</span> uma opção testada? Se o N900 não aceitar um dispotivo que o N800 aceita, basta usar o BlueMaemo. Sem ter o wiimote configurado ou pareado no N900, o controle do Wii foi ligado ao N800 e passou a funcionar para o N900, permitindo usar direcionais e botões. O Playstation 3 foi pelo mesmo caminho, sendo controlado pelo N800, que estava ligado ao wiimote. Por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Silogismo_hipot%C3%A9tico">&#8220;silogismo hipotético&#8221;</a>, o wiimote acabou controlando o PS3.</p>
<p>O interessante disso é que <strong>o N800 vira uma ponte de acesso de entre os acessórios que aceita e os dispositivos que controla</strong>. Para fechar a lista de <span style="text-decoration: line-through;">desculpas para manter o N800 mesmo tendo um N900</span> cenários de uso para o N800 como adaptador bluetooth de acessórios: o N800 é um <em>mobile companion</em> ótimo: possui duas entradas para cartão SD (com adaptadores a mini e micro também), potencialmente aceita diversos dispositivos bluetooth e USB, tem boa autonomia de bateria e uma tela grande e com boa resolução. Se ele não for usado para visualizar sites ou outros conteúdos, pode ser usado para fornecer acesso cartões e pendrives ou servir para adaptar periférios.</p>
<p>Para exemplificar esse uso do BlueMaemo criamos um vídeo no qual o N800, conectado a um teclado USB, controla o N900. O processo envolve conectar os aparelhos pelo BlueMaemo e então ativar o modo USB host, ligando o teclado USB posteriormente.</p>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/YKd14xAwaLU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/YKd14xAwaLU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p>Terminada a já longa e insistente fase de motivação, vamos à parte do &#8220;como fazer&#8221;. O primeiro passo é configurar o modo USB Host do N800/N810 e aumentar o número de acessórios que podem ser usados pelo aparelho. Esse modo é útil porque permite que se use um teclado ou mouse USB, o que pode ser útil para digitar textos longos ou passar longas horas de <span style="text-decoration: line-through;">diversão</span> trabalho no aparelho. O N900, infelizmente, <a href="http://talk.maemo.org/showthread.php?t=31921">não possui essa função suportada pelo hardware</a>. Com isso, para os donos do N800 e do N810 o aparelho pode servir como uma interface para vários acessórios que não são suportados pelo equipamento controlado, como:</p>
<ul>
<li>Teclados bluetooth HID e SPP como o <a href="http://freebird.blog.br/2009/09/19/teclados-bluetooth-dobraveis-nokia-su-8w-vs-msi-bk100/">SU-8W e o BK-100</a> respectivamente;</li>
<li>Mouse e teclado USB;</li>
<li>Controle de video game (<a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/d2lpbW90ZV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzEyMTIyMQ==-60">wiimote<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y29udHJvbGUrZG8rUFMzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfMTIxMjIx-68">controle do PS3<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> ou <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/emVlbW90ZV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzEyMTIyMQ==-60">zeemote<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>).</li>
</ul>
<p>Para a possibilidade de usar mouse e teclado USB (além de pendrives e até modem 3G, com uma alimentação externa e um pouco de trabalho de configuração) é preciso:</p>
<ul>
<li>Instalar o programa <a href="http://maemo.org/downloads/product/OS2008/usbcontrol/">USB Control</a>;</li>
<li>Abrir o programa e selecionar a opção &#8220;Host&#8221;;</li>
<li>Logo após, basta ligar um adaptador miniUSB a um <a href="http://images.google.com.br/images?rlz=1C1GGLS_pt-BRBR363BR363&amp;sourceid=chrome&amp;q=usb%20femea%20femea&amp;um=1&amp;ie=UTF-8&amp;sa=N&amp;hl=pt-BR&amp;tab=wi">adaptador USB fêmea fêmea</a> e  este ao periférico desejado;</li>
<li>Apesar de aparecerem algumas mensagens de erro informando que o dispostivo não foi aceito, ele estará funcionando.</li>
</ul>
<p>O próximo passo é configurar o BlueMaemo.  Os passos resumidos são (mais detalhes podem ser vistos no <a href="http://www.valeriovalerio.org/">blog do autor</a> o <a href="http://www.twitter.com/VDVsx">Valério Valério</a>):</p>
<ul>
<li>Ligue o bluetooth do equipamento a ser controlado e deixe-o em modo visível;</li>
<li>Abra o BlueMaemo (o bluetooth é ligado automaticamente) e escolha a opção conectar;</li>
<li>Escolha a equpamento a ser controlado e faça o pareamento;</li>
<li>Use algumas das opções de controle para verificar o correto funcionamento do BlueMaemo.</li>
</ul>
<p>Para o N800/N810 algumas opções de controle são usar o <a href="http://maemo.org/downloads/product/OS2008/usbcontrol/">modo usb host</a>, <a href="http://freebird.blog.br/2009/09/03/usando-o-synergy-para-compartilhar-teclado-e-mouse-entre-computador-e-n800n810/">synergy</a>, teclado bluetooth (HID e <a href="http://freebird.blog.br/2009/09/09/configurar-teclado-bluetooth-com-perfil-spp-no-nokia-n800n810/">SPP</a>) e <a href="http://konttoristhoughts.blogspot.com/2008/05/wiicontrol-for-nokia-n810-n800.html">wiimote</a>.</p>
<p>O uso do BlueMaemo e do modo USB Host (ou outro acessório Bluetooth) é feito pela utilização dos dois ao mesmo tempo. O processo de configuração se resume a conectar o BlueMaemo e configurar algum dispositivo (teclado USB ou Bluetooth, mouse, controle, etc.).</p>
<p>Os passos para utilização do BlueMaemo e do modo  USB Host foram bem superficiais, por exigirem um post à parte para cobrir seus detalhes e testes de compatibilidade. Fica a promessa de que faremos um guia de configuração desses aplicativos e do uso das opções que não foram citadas dentro do próprio <a href="http://freebird.blog.br">Free Bird</a>. Além disso, logo serão coloadas as formas de se configurar o synergy e os teclados bluetooth para o N900. Estamos saindo da inércia (: .</p>
<p><div id="attachment_1294" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img class="size-full wp-image-1294" title="N800 usando mouse e teclado USB com o USBControl e BlueMaemo" src="http://freebird.blog.br/wp-content/uploads/2010/02/N800-Mouse-Teclado-Hub1.jpg" alt="N800 usando mouse e teclado USB com o USBControl e BlueMaemo" width="550" height="272" /><p class="wp-caption-text">N800 usando mouse e teclado USB com o USBControl e BlueMaemo</p></div>
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