Qual escolher: Iconia Tab A500 ou Eee Pad Transformer?
Desde o lançamento da versão do Android para tablets, o Honeycomb, vários fabricantes introduziram no mercado produtos que tentavam dividir a atenção recebida pelo iPad, cuja fama excede o próprio conceito de tablet — apesar de algumas empresas criarem versões baseadas na versão do Android para smartphones, como Samsung, HTC, Barnes&Noble e, recentemente, a Amazon . Por aqui, além do interesse crescer em virtude do destaque dos tablets na mídia, houve um incentivo por causa da redução do preços desses dispositivos no Brasil.
Com tanta atenção e incentivos, diversos aparelhos interessantes foram lançados no país, dentre os quais o Motorola Xoom, o Galaxy Tab 10.1, o Iconia Tab A500 e o Eee Pad Transformer TF101. Os dois primeiros aparelhos, da Motorola e da Samsung, tiveram suas características analisadas e comparadas neste blog, como forma de ajudar os leitores a decidirem qual aparelho comprar. Como foi notado o interesse pelos dois outros tablets, da Acer e da Asus, decidimos fazer uma nova análise comparativa, analisando a diferença entre os dois produtos.
Qual escolher: Xoom ou Galaxy Tab 10.1?
Tablets têm ganhado cada vez mais interesse desde o lançamento do iPad. A Google, tentando aproveitar esse interesse e dar sua própria versão do que deve ser um sistema operacional para tablets, lançou o Android Honeycomb e, com ele, os fabricantes desenvolveram seus produtos. São várias as opções de tablets no mercado, que vão dos aparelhos com telas de tamanho mais reduzido e versão do Android para smartphones, até modelos de telas de 10″, com a versão apropriada do sistema operacional para tablets. Entre os competidores, dois têm destaque: o Motorola Xoom e o Samsung Galaxy Tab 10.1.
Os dois aparelhos possuem muitas características em comum. Ambos têm a tela com mesmo tamanho, resolução, processador, quantidade de memória RAM e outras coisas. Porém, há uma série de detalhes que podem fazer a diferença na escolha de um deles, que incluem a interface, peso, armazenamento, conexão, entre outros. O objetivo deste post é analisar essas diferenças para ajudar o leitor a fazer a escolha mais adequada para as suas necessidades.
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Multitarefa no Android: Quando sofisticação não implica em satisfação
Algo que tem sido bastante visado em dispositivos móveis é a capacidade de executar diferentes programas ao mesmo tempo, a chamada multitarefa. Um aparelho com tal capacidade permite que o usuário alterne entre aplicativos, seja porque o foco precisa ser mudado para uma outra atividade (como ver um e-mail ou SMS que acabou de chegar) ou porque uma tarefa exige um tempo de espera maior (como uma página a ser aberta, um vídeo a ser carregado ou um arquivo a ser baixado) e, enquanto ela é realizada, pode-se aproveitar o tempo para fazer outra coisa, como ler uma notícia de um feed.
A existência desse recurso em um dispositivo móvel tem algumas implicações que podem ser notadas pelo usuário. Mais tarefas sendo executadas ao mesmo tempo implicam em mais memória (RAM) sendo utilizada, mais processamento sendo feito e, como consequência, menor autonomia para o aparelho. Se não bastasse esse ponto negativo, suficientemente crítico para um dispositivo móvel e essencial para um celular, há mais efeitos negativos. Há ainda divisão ou disputa de recursos que são divididos entre vários programas, entre eles: memória RAM, processamento e conexão. Read more
Review: Bateria Auxiliar Solar G10
Introdução
Se tem algo que pode ser frustrante é ficar com um aparelho desligado por falta de carga na bateria. Em alguns momentos isso pode limitar o acesso a jogos ou fontes de distração, mas há ocasiões em que a solução de um problema depende da capacidade de usar um gadget, como um smartphone. Como visto no post Review: Bateria Auxiliar World View, algo que pode ajudar a escapar dessa frustração é o uso de uma bateria auxiliar. Neste post será analisado como opção o G10 Solar Charger.
Qual escolher: Nexus S ou Galaxy S?
Mais uma vez o FreeBird apresenta um post da série “Como matar um leitor de tédio usando 10 tabelas”, dessa vez para ajudar os leitores na escolha entre os aparelhos do momento, o Galaxy S da Samsung e o Nexus S, também fabricado pela Samsung, mas com o dedinho do Google no design.
Dessa vez a Samsung deixou a concorrência para trás e lançou dois dos aparelhos mais desejados do momento. Enquanto a Nokia segura o E7 e o N9, o N8 fica só como smartphone high-end. A HTC conta com o Desire e o Desire HD (e o já conhecido Nexus One, mais antigo porém ainda top relação ao hardware), e a Motorola lançou o Defy e o Droid2, que até chegam próximos dos S’s da Samsung, mas não estão despertando o mesmo interesse. E tem também os smartphones com Windows 7 e o iPhone 4, mas, bom, deixa pra lá.
HTC Sense ou Por que inovação faz a diferença
A HTC é pioneira no uso de diversas tecnologias quando o assunto é smartphones. Inovação está no sangue da empresa. Alguns poucos (e realmente são poucos) exemplos de pioneiros da marca são o Touch, o Diamond e o Dream. E os taiwaneses continuam buscando inovação nessa área. Ouvindo e observando como as pessoas usam tecnologia móvel, tentam (e efetivamente conseguem) melhorar de forma muito significativa a experiência do usuário (tradução horrível e até agora não substituível de user experience) no uso de aparelhos desse calibre.







